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    Alcatraz

    Alvo de investigação da PF, contrato de telefonia do governo do Estado é refeito

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    Ânderson
    Por Ânderson Silva
    05/09/2019 - 03h45
    (Foto: Gabriel Lain / Diário Catarinense)

    Alvo de parte da investigação da operação Alcatraz, o contrato do governo do Estado com uma empresa de telefonia foi rompido pela secretaria de Administração. Com isso, em julho, em licitação emergencial, os serviços foram recontratados com menos da metade dos custos anteriores.

    Segundo dados da secretaria, em dezembro de 2018 o contrato custava R$ 989.682,72. O Estado pagava por 35 mil pontos do sistema de telefonia VoIP. No entanto, somente 23 mil deles estavam instalados. Em janeiro houve um ajuste no contrato e o valor diminui para R$ 636.821,00.

    Com a operação Alcatraz, deflagrada pela Polícia Federal (PF) em 30 de maio para combater um suposto esquema de organização criminosa que atuaria em contratos de tecnologia e de terceirização, a decisão da Administração foi de romper o contrato em andamento. Para manter os serviços, a pasta fez um licitação emergencial com custo de R$ 250.143,95. A economia anual em 2019 será de R$ 5.958,086,94 e em 2020 aumentará para R$ 8.278.149,24.

    Dentro do pacote de telefonia que passou pela mudança estão os telefones mais críticos como todo o sistema de emergência do Estado, incluindo o Corpo de Bombeiros, Samu e Polícia Militar (PM-SC).

    Outra mudança recente feita foi a troca na modalidade de licitação de concorrência nos contratos das secretarias da Fazenda, Infraestrutura e Administração Prisional. Todas serão por pregão, ou seja, menor preço.

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