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    Com base em decisão de Toffoli, defesa de investigado na Chabu pede suspensão do processo

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    Por Ânderson Silva
    17/07/2019 - 13h10 - Atualizada em: 17/07/2019 - 13h56
    Operação Chabu foi deflagrada em 18 de junho (Foto: Gabriel Lain / Diário Catarinense)
    Operação Chabu foi deflagrada em 18 de junho (Foto: Gabriel Lain / Diário Catarinense)

    Assim como ocorre na operação Alcatraz, onde os advogados de investigados pedem a suspensão do processo após decisão do presidente do STF, Dias Toffoli, outra ação da Polícia Federal (PF) recentemente ocorrida em Santa Catarina pode ser afetada pela repercussão geral do caso julgado no Supremo. Na manhã desta quarta-feira, a defesa de José Augusto Alves, que chegou a ser preso na operação Chabu, deflagrada em 18 de junho, recorreu ao Tribunal Federal da 4ª Região (TRF4) pedindo a suspensão do inquérito.

    A Chabu teve entre os alvos o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, que chegou a ficar afastado do cargo por uma semana, além de ter sido preso por 12 horas. O pedido do advogado Rodolfo Macedo do Prado, que representa José Augusto, deve ser analisado pelo desembargador Leandro Paulsen, relator da operação no TRF4.

    Segundo Prado, apesar de a origem da Chabu não ter ligação com relatórios do COAF ou da Receita Federal, documentos dos órgãos de controle foram anexados ao inquérito e teriam motivado o pedido de prisão. Por isso o pedido da defesa pela suspensão do inquérito até o julgamento do mérito do caso do senador Flávio Bolsonaro, que motivou a repercussão geral, no STF. A sessão está marcada para ocorrer em novembro.

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