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Visita a SC

Escolas cívico-militares estão entre pedidos de Moisés a ministro em visita a SC

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Por Ânderson Silva
14/05/2021 - 07h02
Vampiro, secretário de Educação de SC, Carlos Moisés, governador de SC, e Milton Ribeiro, Ministro da Educação
Vampiro, secretário de Educação de SC, Carlos Moisés, governador de SC, e Milton Ribeiro, Ministro da Educação (Foto: Divulgação/SED)

Mais três escolas cívico-militares. Este foi um dos pedidos do governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva, ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, na noite desta quinta-feira (13), em Blumenau. Ambos participaram de um jantar com lideranças políticas na abertura da agenda de Ribeiro no Estado. Em ofício entregue junto com o secretário de Educação, Luiz Fernando Vampiro, o governo pediu a instalação de mais unidades dentro do modelo em que militares aposentados atuam na parte disciplinar junto aos alunos.

Com sete escolas, Santa Catarina aposta em modelo cívico-militar

Atualmente, há sete escolas dentro do projeto em SC. Duas funcionam desde 2020, outras três começaram a operar em 2021, enquanto as demais estão em fase inicial de adesão, segundo a secretaria de Educação. O pedido do Estado é que sejam incluídas unidades em Lages, Camboriú e Jaraguá do Sul. Moisés afirmou ao ministro do que o "modelo realmente tem dado muito certo em Santa Catarina".

Durante o jantar, Vampiro também apresentou um panorama da Educação nas cidades catarinenses no retorno às atividades diante da pandemia do coronavírus. O secretário ainda pediu ao presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, Marcelo Lopes da Ponte, investimentos em áreas como o transporte escolar, os Centros de Educação Profissional (CEDUPs), a construção de quadras de esportes em escolas da rede estadual e ações relacionadas à Polícia Estadual de Alfabetização.

Santa Catarina vai aderir ao programa de escolas cívico-militares do governo federal

Modelo cívico-militar

Um dos requisitos para a instalação do modelo cívico-militar é que ao menos 26 militares das Forças Armadas – 20 praças e 6 oficiais – morem na cidade. Policiais e bombeiros militares estaduais também poderão integrar o projeto. Outro critério é a necessidade de a escola estar instalada em área de vulnerabilidade social. Além disso, a comunidade escolar precisa aprovar a proposta. O trabalho dos militares internamente será de disciplina. A estrutura escolar continua sendo administrada pelos profissionais da rede de educação, seja ela municipal ou estadual.

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Ânderson Silva

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Colunista da NSC Comunicação, publica diariamente informações relevantes sobre as decisões que impactam o catarinense, sem esquecer dos bastidores dos poderes. A rotina de Florianópolis em texto e imagens também está no radar da coluna.

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