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    Operação Alcatraz: PF indicia 10 pessoas em investigações sobre terceirização

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    Por Ânderson Silva
    02/12/2020 - 15h04
    Operação Alcatraz investiga fraudes em licitação de serviços públicos em Santa Catarina
    Operação Alcatraz investiga fraudes em licitação de serviços públicos em Santa Catarina (Foto: Tiago Ghizoni)

    A Polícia Federal (PF) concluiu entre outubro e novembro cinco relatórios da operação Alcatraz, em Santa Catarina. Os documentos marcam uma nova fase dos indiciamentos ao entrar na área que originou as investigações, que é a terceirização de mão de obra. A maioria dos contratos apurados é da secretaria de Estado da Administração, mas há também um deles referente aos Correios. A PF indiciou 10 pessoas nos cinco relatórios. A operação foi deflagrada em maio de 2019. Duas pessoas continuam detidas em prisão domiciliar por decisão da Justiça Federal.

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    Ao todo, os agentes da PF já fizeram 22 relatórios. Nestes cinco mais recentes há o aprofundamento de um dos braços da investigação que ainda não havia sido explorado. Os contratos de terceirização de mão de obra deram origem à investigação. Os relatórios finalizados entre 26 de outubro e 23 de novembro indicam o envolvimento de empresários e agentes para fraudar contratações.

    Quatro dos documentos são focados em licitações feitas pela secretaria de Administração do Estado, seja para serviços da própria pasta ou para órgãos como a Cidasc, IGP, SSP-SC e Detran. O quinto é sobre um contrato dos Correios, uma demonstração de que a Alcatraz também se debruça contra licitações federais e não só estaduais, como se iniciou a operação.

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    Os nomes dos envolvidos não foram divulgados pela PF. A corporação ainda pediu à Justiça Federal a extensão do prazo para investigações. Os relatórios agora serão analisados pelo MInistério Público Federal (MPF), que decide sobre o oferecimento ou não de denúncia ao Judiciário.

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