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    Pós-Eleições 2020

    Os primeiros passos das transições de prefeito em São José e vice em Florianópolis

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    Ânderson
    Por Ânderson Silva
    22/11/2020 - 08h32 - Atualizada em: 23/11/2020 - 09h32
    Prefeita de São José, Adeliana Dal Pont, fez reunião com secretariado para alinhar últimas ações
    Prefeita de São José, Adeliana Dal Pont, fez reunião com secretariado para alinhar últimas ações (Foto: Divulgação/PMSJ)

    As duas maiores cidades da Grande Florianópolis terão diferentes transições nos próximos dias depois do resultado das Eleições 2020. No caso de São José, Adliana Dal Pont (PSD) vai passar o cargo para Orvino Coelho de Ávila (PSD), enquanto em Florianópolis a troca será no cargo de vice-prefeito. Sai João Batista Nunes (PSDB) e entra Topázio Neto (Republicanos). Nos dois casos os primeiros passos já foram dados.

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    Em São José, a transição está marcada para começar no dia 1º de dezembro. Orvino foi diagnosticado recentemente com coronavírus e está em isolamento. Na última quinta-feira (19), Adeliana reuniu o secretariado para encaminhar as últimas obras que serão entregue até o final de 2020 e projetou um grupo de trabalho para repassar as atividades ao novo prefeito, que assume em 1º de janeiro de 2021.

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    No caso de Florianópolis, o prefeito Gean Loureiro publicou um decreto na última quinta-feira (19) para permitir que Topázio Neto possa ter acesso às estruturas do município para se inteirar do funcionamento do cargo. Gean indicou três secretários para auxiliarem na transição: Katherine Schreiner, da Administração, Carlos Alberto Justo da Silva, da Saúde, e Juliano Richter Pires, do Turismo, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico.

    O vice

    Gean Loureiro (DEM) fez um movimento político arriscado ao abrir mão de João Batista Nunes (PSDB) como vice. Mas apostou em Topázio Neto (Republicanos), empresário do setor de call center. Em entrevista concedida a mim e ao colega Upiara Boschi, que está nesta edição, Gean mostrou-se confiante que a capacidade administrativa de Topázio vai contribuir com a gestão nos próximos quatro anos. Mas, além do papel de gestor, o mandado que começa em 1º de janeiro também vai colocar um novo nome do meio empresarial na política catarinense.

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