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Quatro anos após morte: o peso da demora para a solução da morte de garota de Rio do Sul

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Por Ânderson Silva
16/02/2020 - 07h15 - Atualizada em: 16/02/2020 - 07h12
Família guarda fotos da menina assassinada em 2016; suspeitos foram presos esta semana(Foto: Patrick Rodrigues, arquivo Jornal de Santa Catarina)
Família guarda fotos da menina assassinada em 2016; suspeitos foram presos esta semana(Foto: Patrick Rodrigues, arquivo Jornal de Santa Catarina)

Foram quase quatro anos para a solução da morte da menina Ana Beatriz Schelter, 12, de Rio do Sul. Uma demora avassaladora para a família já abatida pela perda precoce e cruel da garota. O mesmo empenho usado para a elucidação em 2020 deveria ter existido em 2016 para que a questão fosse resolvida em questão de meses.

A solução ajuda a amenizar a dor da perda, mas a demora deixa marcas. Casos como esse devem ser prioridade estadual das forças de segurança. Eles carecem de respostas ágeis e duras. Quase quatro anos é muito tempo.

Roubos a ônibus

Os criminosos que atacam ônibus nas rodovias de Santa Catarina e do Paraná agem de forma parecida com os grupos de caixeiros. São violentos, organizados e bem armados. A resposta também precisa ser a mesma, como ocorreu recentemente no Meio-Oeste com a prisão de um bando de caixeiros que atacaria em Santa Cecilia: ação de inteligência e antecipação para evitar novos crimes.

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Colunista da NSC Comunicação, publica diariamente informações relevantes sobre as decisões que impactam o catarinense, sem esquecer dos bastidores dos poderes. A rotina de Florianópolis em texto e imagens também está no radar da coluna.

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