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Casal catarinense perde ação que pedia indenização por serem impedidos de entrar na Argentina

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Por Cacau Menezes
09/07/2019 - 06h00 - Atualizada em: 09/07/2019 - 07h21

Neste mês de julho, período de férias escolares, nunca é por demais lembrar da necessidade de passaporte válido ou carteira de identidade original, em bom estado, para viagens ao exterior ou travessia de fronteiras. Um casal do Oeste catarinense que não deu bola para esses detalhes e foi impedido de embarcar para Buenos Aires, culpou a agência de turismo mas teve seu pleito de indenização por dano moral negado pela Justiça.

A razão foi simples. Com 35 e 29 anos, homem e mulher apresentaram carteiras de identidade emitidas quando tinham, respectivamente, 18 e 12 anos de idade, documentos incapazes de identificar claramente a dupla. Segundo agentes de turismo, não é que a carteira de identidade tenha prazo de validade, como muitos afirmam, mas sim que devem estar em bom estado e permitir a identificação visual de seus portadores. Portanto, fica a dica, foto da 1ª comunhão para aqueles mais velhinhos não rola!

Haja paciência

Pior que os preços absurdos das passagens aéreas é o fato de não se ter a garantia de conforto e sossego proporcionais, embora reconheça que a maior parcela de responsabilidade não está nas companhias aéreas, e sim nos passageiros. Falta de educação e consideração desde o embarque até a retirada das bagagens. Uso de bagagens pessoais acima das dimensões autorizadas, acondicionamento de malas em locais destinados a assentos diversos, tom de voz elevado, conversas intermináveis, crianças sem controle dos pais, celulares com luminosidade plena de telas mesmo quando em voos noturnos ou com as luzes internas de cabine reduzidas para descanso... etc.

Cada dia mais difícil, mesmo em trechos curtos. Deus abençoe, proteja e dê muita paciência aos comissários de bordo. Ainda bem que os pilotos têm privacidade. Da porta da cabine para trás, considere "carga viva".

"Artimanha policial"

Ex-desembargador César Abreu é um dos três advogados que assinam o pedido de habeas-corpus que pede à Justiça Federal o trancamento do inquérito da Polícia Federal que investiga o presidente da Alesc, deputado Julio Garcia, no âmbito da Operação Alcatraz. Na peça, os defensores alegam que houve uma "artimanha policial" para induzir a juíza Janaína Cassol a não declinar de sua competência, já que durante as investigações, justificam, Julio detinha prerrogativa de foro por ocupar o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas e depois de deputado estadual.

A liminar foi negada, e agora o pedido será analisado por uma das turmas do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4).

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Alguém, por favor, poderia avisar aos responsáveis pela manutenção das nossas pontes, em Floripa, que a maior fábrica de parafusos da América Latina, a Ciser, fica em Joinville.

:: Empresa responsável pela manutenção das pontes de Florianópolis será multada

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