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Cacau

Criatividade

Duro na queda

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Por Cacau Menezes
15/05/2019 - 04h30 - Atualizada em: 15/05/2019 - 04h30

O criativo professor Neri dos Santos, um dos papas da engenharia mecânica da UFSC, e pioneiro da informática na inovação tecnológica catarinense, explicava numa empresa de EdTech qual a fronteira da pesquisa para novos materiais na indústria do petróleo. Para fazer tubos e mangueiras a indústria busca um material de alta resiliência, que tivesse três características ao mesmo tempo: dureza, flexibilidade e resistência.

Ou seja, mesmo quando submetido a uma dobra ou pressão súbita, que não se quebrasse e nem interrompesse o fluxo de líquidos, voltando à forma original. Um gaiato que estava na reunião interrompeu o professor e disse: “estranho que vocês aqui no Sul estejam pesquisando o que todo mundo já conhece faz tempo lá em Goiás...”. O mestre Neri captou a piada, matou no peito, e a reunião terminou às gargalhadas.

Pode

“Cacau, essa contratação da Alesc (R$ 23 mil mensais para um guia mostrar a casa para quem a visita) é só mais um exemplo de como as coisas estão erradas no Brasil. Esse monitor de atividades será contratado com salário inicial de general do Exército.

Pode? Abs, Paulo Carneiro."

Jogo sujo

Baseado na nota de segunda-feira (Jogo Sujo), leitor da coluna ficou a imaginar as reações advindas dos setores político, público e privado no caso de candidato (s) que tenha(m) como plataforma de campanha para a próxima eleição municipal em Florianópolis a defesa do controle populacional, redução da propaganda pública externa turística, proibição de novas construções habitacionais e implantação do rodízio de veículos no centro da cidade, entre outras propostas. Ameaças, atentado, recusa de filiação partidária e chuva de pedras seriam o mínimo que o potencial candidato estaria sujeito. Mas se vivo conseguisse permanecer até as eleições,certamente seria eleito.

Videomonitoramento

“A Guarda Municipal de Florianópolis vai começar a multar os veículos através do videomonitoramento, parabéns pelo cumprimento da lei. Agora, poderia aproveitar também, e identificar os pixadores de prédios históricos, coibir o comércio ilegal no centro de Florianópolis, venda de celulares furtados ao lado do Camelódromo, e outros diversos crimes e contravenções”.

Do advogado Alexandre Salum, exercendo o direito de expressão nas redes sociais.

Chapecó

Jornalista Marcos A. Bedin confirma notícia desta coluna de terça-feira (14): o BIG realmente fecha em Chapecó, mas, confessa, não sabe se foi somente a crise ou o atendimento, que já tinha virado folclore. Em compensação, festeja que ganharam no segundo semestre do ano passado uma super loja do Fort Atacadista com mais de 18 mil metros quadrados de área total, com 420 empregos (220 diretos e 200 indiretos) mediante investimentos de R$ 50 milhões da Família Pereira.

“Temos grandes e modernas lojas supermercadistas das redes Fort, Brasão, Celeiro, Atacadão, Maxxi etc. Chapecó tornou-se o maior centro comercial do oeste de SC, sudoeste do PR e noroeste do RS”, informa o principal jornalista do Oeste.

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