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Hostels catarinenses oferecem trabalho em troca de hospedagem

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Por Cacau Menezes
11/02/2019 - 07h25 - Atualizada em: 11/02/2019 - 07h25

Hostels em Santa Catarina estão oferecendo trabalho em troca de hospedagem e comida, sem pagamento de salário. Em alguns casos, o local para dormir é uma barraca de camping. Informado do caso pela reportagem do UOL, o Ministério Público do Trabalho no Estado disse que vai abrir investigação.

A situação pode configurar trabalho análogo à escravidão. Um dos anúncios divulgados nas redes sociais oferece, em troca de trabalho de 32 horas semanais num albergue entre as badaladas praias de Canasvieiras e Jurerê Internacional, recompensas como hospedagem num quarto compartilhado, café, lavanderia, uma bicicleta disponível para empréstimo e um dia livre por semana "para você curtir, explorar e descansar".

Outro hostel, na praia do Campeche, pede 30 horas de trabalho semanais e oferece "uma barraca confortável para dormir sob um céu estrelado".

Sob suspeita

A promotora de Justiça Juliana Serra Padrão instaurou inquérito civil para apurar "possíveis irregularidades na contratação de software de gerenciamento de processos legislativos" pela Câmara de Vereadores de Florianópolis. O edital suspeito foi assinado pelo ex-presidente Guilherme Pereira e mantido pelo atual, Roberto Katumi.

A nova cidade

O Rio Tavares e o Campeche são os fatos novos deste verão e da cidade. Tudo de bom que tá saindo por lá lembra o Hawaii. Bares, lojas, restaurantes, shopping, empreendimentos, comida, orgânicos, pessoas, projetos, festas. Desenha-se no Sul da Ilha uma nova Floripa, muito igual aquela da geração rock, surfe e brotos da década de 1970. O resultado é impressionante. A festa de sexta-feira no Flutuar, do Canal Off, foi para ficar na história. Beautiful people em peso.

Foi demais

Ney Matogrosso conseguiu lotar o teatro do CIC, sábado à noite, em um daqueles shows que podem ser considerados antológicos. O sucesso foi tanto que um show extra teve que ser promovido neste domingo. Durante uma hora e meia de apresentação, o cantor não falou uma palavra com o público, mas nem precisou. Sua voz e seu corpo fizeram a interação com a plateia.

Incrível

Outro dia vi um cara num café sem computador, sem tablet, sem celular. Ali, só tomando café. Tipo psicopata. (Uma dessas piadas que circulam pelo WhatsApp).

Anti-machismo

Projeto de lei interessante apresentado pela deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS). Pela proposta, seria criado um selo de "Empresa Machista" para empregadores que pagam salários melhores para homens do que para mulheres. As empresas que integrarem o que a parlamentar chama de Cadastro Nacional de Empresas Machistas podem ter restrições como proibição de empréstimos junto a bancos públicos e até multas. Dados divulgados pelo IBGE no ano passado mostram que a média de salário pago às mulheres em 2017 foi de 77% do valor dos salários dos homens.

Do leitor

"Cacau, num país com baixíssimo nível de educação e instrução, não se pode esperar que as pessoas saibam que a pista da esquerda é para ultrapassagem. Então, até que retomemos um nível educacional adequado, entendo que a única solução para isso é multar quem insiste em negar passagem pela esquerda. Até porque a lei permite andar a 50 km/h numa pista de velocidade máxima de 80 (a mínima é a metade da máxima). Paulo Vianna da Siva".

Perdidos

Renato Sá, Paulo Cesar Caju e Juninho Pacheco foram convidados para um churrasco sexta-feira em Jurerê. Marcamos encontro na rua do Café de la Musique, ao lado do Il Campanário, às 20h. Ficaram rodando pelo bairro mais de 30 minutos procurando a rua do Café de la Musique. Ou seja, terminou o casamento do Renato e já começaram os problemas. Se perder em Jurerê é pacabá, mô pombo!

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A cara, o jeito e o sotaque de Floripa. O colunista da cidade, das pessoas que são destaque, dos bastidores decisivos e dos acontecimentos mais importantes.

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