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Pedido de Moisés por sobras era bola cantada

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Por Cacau Menezes
02/07/2019 - 20h57
Governador Carlos Moisés da Silva. (Foto: Tiago Ghizoni / NSC Total)

A decisão do governador Carlos Moisés da Silva de insistir na redução do repasse de recursos aos poderes, o chamado duodécimo, era bola cantada. No dia 17 de junho, durante reunião do Fórum Parlamentar Catarinense em Itajaí, com a presença do ministro da Infraestrutura, o governador citou a derrota sofrida com a rejeição de seu projeto na Assembleia Legislativa, mas deixou claro que não iria desistir.

De forma contundente, chamou de “inverdades” as alegações de suspensão de serviços públicos no caso de redução do repasse, versão divulgada principalmente pelo Ministério Público e pelo Tribunal de Justiça. Para o governador, benefícios como auxílio-livro, auxílio-estacionamento, auxílio-creche entre outros, pagos a funcionários públicos bem remunerados, não têm mais espaço no atual momento.

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