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Silêncio

Frustração: medidas prioritárias não são anunciadas pelo governo

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Por Carolina Bahia
09/01/2019 - 05h00 - Atualizada em: 09/01/2019 - 05h00
Bolsonaro
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interino
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Ao final da segunda reunião ministerial com o presidente Jair Bolsonaro, a expectativa de anúncios de medidas prioritárias do governo foi novamente frustrada. Formalmente ninguém falou após o encontro de terça-feira.

Além de Bolsonaro ter indicado que técnicos deveriam evitar entrevistas, o peso da reportagem de Zero Hora sobre o uso de notas em série pelo ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) também era apontado como um dos motivos do silêncio. 

O general Augusto Heleno (GSI) falou informalmente sobre a reunião, que cada ministro apresentou um “pouquinho” do seu trabalho e que “nada foi falado” sobre reforma da Previdência. No final do dia, surgiram algumas pistas sobre mudanças no regime previdenciário. O ministro Paulo Guedes (Economia) admitiu que o projeto tenha um regime de capitalização, ao qual o próprio trabalhador possa aderir  para, assim, garantir sua aposentadoria.

Agora já se fala que a proposta em si deve ser apresentada apenas em fevereiro, quando deve ser enviada ao Congresso. Enquanto isso, o brasileiro vai recebendo a conta-gotas as informações sobre como será a sua aposentadoria.

Sistema S

O ministro da Cidadania, Osmar Terra, pretende discutir com a área econômica os cortes prometidos pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, no Sistema S. Terra pretende oferecer cursos técnicos do Senac e do Sesi, por exemplo, para jovens do Bolsa Família de 18 a 24 anos. A ação é vista como incentivo para que beneficiários desta faixa etária entrem no mercado de trabalho e deixem o programa federal.

Bloco de oposição

O PT ainda não fechou questão sobre quem irá apoiar na corrida à presidência da Câmara. A decisão só deve ocorrer após a reunião que o partido irá realizar no dia 14. O líder do PT na Câmara, Paulo Pimenta, defende que a oposição feche um bloco com a participação do PSOL, PCdoB, PSB e PDT, além do PT.

Frase

Meu filho, Antônio, ingressou por concurso no BB há 19 anos. Com excelentes serviços, conduta irrepreensível e por absoluta confiança pessoal do Presidente do Banco foi escolhido por ele para sua assessoria. Em governos anteriores, honestidade e competência não eram valorizados. – General Hamilton Mourão, vice-presidente da República, General Hamilton Mourão, ao comentar a promoção que seu filho teve no Banco do Brasil. O salário de Rossel Mourão passou de R$ 12 mil para cerca de R$ 30 mil.

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