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    Política

    Governo Bolsonaro estuda desidratar texto para salvar decreto das armas

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    Por Carolina Bahia
    20/06/2019 - 04h45
    (Foto: Marcos Corrêa / Presidência da República/Divulgação)

    Para salvar o decreto das armas na Câmara o governo aceita desidratar o texto. Há possibilidade, por exemplo, de retirada da ampliação do porte para um amplo número de carreiras. Já houve conversa com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), sobre o assunto.

    Nova articulação 

    Em conversa com a coluna, o ministro Onyx Lorenzoni (Casa Civil) negou que tenha perdido o comando da articulação política em razão de reclamações de parlamentares. A missão, agora, ficará com a Secretaria de Governo que será responsável, por exemplo, pela liberação de emendas. A Casa Civil ganhou novas atribuições, como a coordenação dos programas da Esplanada e o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).  

    The Voice

    Na confraternização da bancada catarinense com os funcionários dos gabinetes, nesta quarta-feira (19), em Brasília, o senador Esperidião Amin (PP-SC) até cantou, mas uma música do Estado vizinho. Acompanhado do coordenador do Fórum Parlamentar Catarinense, Rogério Peninha (MDB-SC), encheu os pulmões para entoar o Canto Alegretense. Um gaiteiro acompanhou.

    Saia-justa

    Entre os parlamentares da bancada, a operação da Polícia Federal no Estado já começou a ser chamada de Lava-Jato catarinense. Na confraternização dos deputados, no entanto, era claro o constrangimento com a prisão do prefeito Gean Loureiro.

    Leia também: Prisão de Gean Loureiro mexe com cenário político da Capital

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