publicidade

Carolina

Em nome da aprovação

Governo Bolsonaro recorre à velha política pela Previdência

Compartilhe

Por Carolina Bahia
14/05/2019 - 05h00 - Atualizada em: 30/05/2019 - 22h14
Jair Bolsonaro. (Evaristo S. A. / AFP)

Enquanto as atenções estão voltadas para os atropelos do presidente Jair Bolsonaro envolvendo o ministro Sérgio Moro (Justiça), nos bastidores o governo recorre à chamada velha política para construir pontes com os partidos do Centrão. Sem chamar a atenção, velhas práticas vão sendo reimplantadas aos pouquinhos em nome da aprovação da reforma da Previdência.

Comando de ministérios, cargos e liberação de emendas estão no receituário. O Ministério das Cidades, considerado um filé por quem gosta de “fazer política” vai voltar a existir com todas as possibilidades eleitorais que as relações diretas com prefeitos podem criar. À coluna, o deputado Darcísio Perondi (MDB) afirmou que as relações com partidos como PP, PR, PRB e PSD já melhoraram nos últimos 30 dias.

Criado por Eduardo Cunha (MDB-RJ), agora o Centrão é comandando pelo líder do PP na Câmara, o deputado Artur Lira. No início do ano, Lira dizia aos colegas da bancada que não tinha pressa porque, mais cedo ou mais tarde, o governo teria que procurar por ele. É o que está acontecendo agora.   

Santos Cruz almoça com Coronel Armando 

Alvo da artilharia dos olavistas, o general Santos Cruz (Secretaria de Governo) tem almoço marcado nesta terça-feira (14) com a cúpula do PSL. Vice-líder do governo, o deputado coronel Armando (PSL-SC) pediu uma reunião para aproximar a bancada do Palácio do Planalto. A ideia do almoço foi do general.  

Leia também: Entenda como a reforma da Previdência afeta a aposentadoria rural

Deixe seu comentário:

publicidade