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Análise política

Infiéis do PDT não devem ser expulsos

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Por Carolina Bahia
18/07/2019 - 04h15 - Atualizada em: 18/07/2019 - 04h15

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Interlocutores do PDT afirmam à coluna que não acreditam na expulsão dos deputados que votaram a favor da reforma da Previdência. No caso de Tabata do Amaral (SP), que virou alvo do presidente Carlos Lupi e de Ciro Gomes, a expectativa é de que ela acabe saindo do PDT, alegando que não há ambiente para continuar e assim tentar manter o mandato junto ao TSE.

Correios

Já está nas mãos dos 11 deputados do PSB o ofício do Conselho de Ética do partido que abriu representação contra eles por desrespeitaram a orientação do diretório nacional e votarem a favor da reforma da Previdência. Entre eles, está o catarinense Rodrigo Coelho - que terá 10 dias, contando a partir de ontem, para apresentar a defesa. Até o momento, o PSB adotou uma medida mais branda do que o PDT, que suspendeu as atividades partidárias dos infiéis, incluindo participação de comissões da Câmara.

Bolsas de Estudo

Ficou para depois do recesso a análise do projeto do senador Jorginho Mello (PL-SC) que cria o Fundo de Incentivo à Formação Superior (Fifs). A sessão prevista para terça-feira na Comissão de Educação foi cancelada por falta de quórum. O objetivo da proposta PL é conceder bolsas de estudos para estudantes carentes nas faculdades privadas, com bolsas concedidas a alunos com renda não superior a um salário mínimo e meio e nota superior a 400 pontos nas provas do Enem

Claque

Os aplausos efusivos ao ministro Abraham Weintraub (Educação), em mais de uma oportunidade, chamaram atenção durante a coletiva de imprensa do lançamento do Future-se, programa que pretende reestruturar o financiamento do ensino superior público no país. O detalhe é que a claque era formada pelos próprios assessores do MEC.

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