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Política

Não tem herói na briga do PSL

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Por Carolina Bahia
09/10/2019 - 21h14 - Atualizada em: 09/10/2019 - 21h20
Presidente Jair Bolsonaro (Foto: Isac Nóbrega/PR)
Presidente Jair Bolsonaro (Foto: Isac Nóbrega/PR)

A briga de Jair Bolsonaro com o presidente do PSL, Luciano Bivar, é uma disputa de poder. Em jogo, o controle do fundo partidário de R$ 103 milhões, mais o fundo eleitoral que ainda será calculado pela Comissão de Orçamento do Congresso.

Embora tenha dito no final da tarde desta quarta-feira (9) que não existe crise, mais cedo Bolsonaro chamou um grupo de deputados em seu gabinete e avisou que está de saída da legenda e perguntou se eles desembarcariam junto.

Os parlamentares fizeram coro afirmando que estarão com o presidente em uma nova agremiação. O ex-ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga acompanhou cada palavra da reunião e já estuda uma maneira de assegurar os mandatos (e as parcelas do fundo) porque, agora, não tem janela para troca de partido.

O discurso externo é que Bolsonaro representa os "puros" do PSL e, por isso, está liderando a debandada. Narrativa que não para em pé diante da denúncia envolvendo o aliado do presidente e atual ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, e das investigações que miram o senador Flávio Bolsonaro.

Sessão solene

A Acaert será homenageada nesta quinta-feira (10), em sessão solene da Câmara. A proposição é do deputado Darci de Matos (PSD-SC). A Associação Catarinense de Rádio e Televisão completa 39 anos em novembro.

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