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    Análise política

    Nomeação na educação causa estranheza e apreensão entre reitores 

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    Carolina
    Por Carolina Bahia
    19/08/2019 - 03h25 - Atualizada em: 19/08/2019 - 03h23

    silvana
    (Foto: )

    A nomeação do assessor da Secretaria Executiva do Ministério da Educação (MEC), Maurício Aires Vieira, ao cargo de diretor-geral temporário do Centro Federal de Educação Tecnológica no Rio de Janeiro, causou estranheza entre reitores. Isso porque o centro realizou em junho uma votação para escolher o próximo diretor. O MEC afirma que a eleição no Cefet/RJ ainda está sob análise. Vieira, ex-reitor da Universidade Federal do Pampa (Unipampa), no RS, e sem ligação com o instituto carioca, é considerado homem de confiança do ministro da Educação, Abraham Weintraub.

    E apreensão

    Reitores de institutos federais classificaram o ato como "intervenção política" do ministro.

    — Ficamos surpresos porque não é comum chamar uma pessoa externa à instituição para exercer a função, mesmo que de forma temporária. Isso tumultua uma administração. Estamos apreensivos que isso possa virar uma tendência - disse à coluna a reitora do Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), Maria Clara Schneider.

    A própria reitora já passou por processo semelhante: após ganhar as eleições no instituto, enquanto não era nomeada em definitivo pelo MEC, esteve à frente do IFSC provisoriamente.

    Leia também: CNPq anuncia suspensão de novas de bolsas por falta de orçamento

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