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Rodrigo Maia

O guardião da Reforma da Previdência

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Por Carolina Bahia
11/03/2019 - 06h53 - Atualizada em: 11/03/2019 - 08h23

Sem uma base de apoio consolidada ou uma estratégia de comunicação para convencer o cidadão da importância da Reforma da Previdência, o Palácio do Planalto entregou a retomada da articulação nas mãos do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Com diálogo aberto junto aos partidos dos campos de esquerda e direita, Maia é quem encaminhará, nesta semana, a formação da Comissão de Constituição e Justiça. O ministro Paulo Guedes (Economia) afirma que faltam 48 votos para a aprovação, mas é um chute. Ainda não existem mapas confiáveis de votação. No final de semana, Maia conversou com representantes da agricultura familiar sobre a aposentadoria do trabalhador rural, um dos pontos mais sensíveis da reforma. Pela primeira vez, houve uma troca de ideias com o setor sobre o assunto.

Sem rumo

Um dos principais ministérios da Esplanada está sendo corroído por uma fogueira de vaidades. Dividida em diferentes grupos e com um ministro sem poder, a pasta da Educação até agora não se concentrou nos reais problemas do setor.

Controle financeiro

Chamou a atenção de advogados do setor a nomeação de Érika Marena como conselheira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf ). Ex-delegada da PF, o comentário é que o Coaf poderá virar um braço de determinadas investigações. Marena foi a delegada que solicitou a prisão do ex-reitor da UFSC Luiz Carlos Cancellier, que se matou em 2017.

Ele voltou

Ao contrário de outros ex-ministros de Temer, Carlos Marun voltou à cena dos eventos políticos. Ele acompanhou Rodrigo Maia, neste final de semana, em agendas no Rio Grande do Sul. Amanhã, na Expodireto – feira agropecuária no município de Não-Me-Toque - ele será responsável pela palestra: Brasil – de volta para o futuro. Indicado por Temer e confirmado por Bolsonaro no cargo, Marun integra o conselho de Itaipu.

Aquecimento

O governo Bolsonaro recém entrou no terceiro mês e já tem governador esquentando os tamborins para se credenciar a candidato à presidência nas próximas eleições. Além de João Doria (PSDB-SP), Wilson Witzel (PSC-RJ) também começa a gostar da ideia.

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