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Política

Parlamentares pressionam para "abrir a caixa-preta do Judiciário"

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Por Carolina Bahia
10/02/2019 - 23h10 - Atualizada em: 10/02/2019 - 23h10
Ministro Gilmar Mendes
Ministro Gilmar Mendes (Nelson Jr, Divulgação STF)

Parlamentares defensores de uma CPI do Judiciário vão começar a semana pressionando o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Com as 27 assinaturas necessárias, eles defendem a instalação da comissão de inquérito para "abrir a caixa-preta do Judiciário". A expressão é utilizada pelo autor do requerimento, o senador Alessandro Vieira (PPS-SE). 

A notícia de que a Receita Federal identificou movimentações financeiras suspeitas nas contas do ministro do STF Gilmar Mendes, e a mobilização da cúpula do STF para blindá-lo, colocam combustível neste debate.

No final de semana, nasceu nas redes sociais o movimento a favor da chamada Lava-Toga. É verdade que o protagonismo na caça aos corruptos, em especial na Lava-Jato, transformou juízes – como Sérgio Moro – em celebridades.

Por outro lado, há uma revolta com a demora dos processos, com a frequente defesa de privilégios e até com o desgaste de embates claramente políticos entre os próprios ministros do Supremo. Mas CPI não é a solução. 

É pouquíssimo provável que o presidente do Senado, investigado no STF, compre essa briga. A última comissão que funcionou, desvendou o mensalão, em 2005. De lá para cá, parlamentares até já foram acusados de usar CPIs para achacar possíveis alvos de investigação.

Desconectado

Presidente nacional do PSL, Luciano Bivar amplia racha na bancada do partido ao afirmar que "política não é muito da mulher". Além de um desrespeito com as mulheres eleitas pela legenda, é uma frase desconectada com 2019.

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