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    Verbas para Educação podem ser liberadas em casos de atividades afetadas

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    Por Carolina Bahia
    17/05/2019 - 05h15 - Atualizada em: 17/05/2019 - 06h34
    Abraham Weintraub. (Foto: Valter Campanato / Agência Brasil)

    Reitores de universidades federais saíram da reunião com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, nesta quinta-feira (16), em Brasília, sem respostas definitivas sobre a reversão do contingenciamento de 30% dos repasses para área. A promessa é a mesma feita para os dirigentes de Institutos Federais na semana passada: em casos emergenciais, a realidade de cada universidade vai ser analisada e poderá ser liberado dinheiro pra evitar que o bloqueio afete as atividades em sala de aula. 

    Não é bem assim 

    Após o encontro com o ministro, a diretoria da Associação Nacional de Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior rebateu os argumentos do governo de que o bloqueio de recursos seja de 3,4% e não de 30%. Os reitores explicaram que o percentual usado pelo MEC considera o orçamento geral das instituições. Os dirigentes reclamam que o governo não pode usar esse cálculo porque aí entram gastos fixos que não têm como ser cortados, como o pagamento do salário de professores. 

    Mais recursos para insituições como Apae, só com aprovação da reforma

    Ao pedir por mais recursos para as APAEs de Santa Catarina, o senador Jorginho Mello (PR), ouviu do ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, que a torneira está fechada para todos as áreas.

    – Só muda essa situação quando a reforma da Previdência for aprovada, afirmou o ministro.

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