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Meio ambiente

Algas que chegam à praia poderão virar adubo em Balneário Camboriú

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Por Dagmara Spautz
11/02/2019 - 17h44 - Atualizada em: 11/02/2019 - 17h44
Microalgas e briozoários
Microalgas e briozoários (foto: Luiz Carlos Souza)

Os especialistas que estudam as causas da proliferação de algas e briozoários, em Balneário Camboriú, vão propor à prefeitura que passe a usar o material recolhido como adubo. Fonte de matéria orgânica natural, eles podem facilmente ser tratados para abastecer a jardinagem da própria prefeitura, ou até ser doados à comunidade. Além de um destino útil, evita o inchaço do aterro: semana passada, em apenas um dia, o que foi retirado da praia encheu 28 caminhões.

Caribe

O uso de algas como adubo já é praxe em outros lugares do mundo, como Punta Cana, na República Dominicana, que sofre com a proliferação de algas que atinge o mar do Caribe. Por ali, máquinas que pertencem aos resorts que ficam na beira do mar recolhem as algas logo cedo, e elas servem para compostagem, que depois será usada nos jardins.

Impasse

Os relatórios de balneabilidade do Instituto do Meio Ambiente (IMA) e da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa), sobre a Praia Central de Balneário Camboriú, seguem opostos. Enquanto o órgão estadual trouxe, mais uma vez, todos os pontos impróprios para banho, o laboratório contratado pelo município diz que só há impropriedade na saída do Rio Marambaia.

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O que acontece de mais relevante em boa parte do litoral catarinense, especialmente Itajaí e Balneário Camboriú. Fontes exclusivas e informações de credibilidade nas áreas de política, economia, cotidiano e segurança.

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