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Baleia que morreu encalhada em Tijucas será conservada em museu

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Por Dagmara Spautz
12/07/2018 - 17h49 - Atualizada em: 12/07/2018 - 17h49
(Museu Oceanográfico, Divulgação)

A baleia minke-anã que morreu na última terça-feira, depois de encalhar na praia em Tijucas, será conservada e fará parte do acervo do Museu Oceanográfico da Univali, em Balneário Piçarras. Se o processo correr bem, será o maior mamífero conservado inteiro em exposição no mundo. O animal é uma fêmea, uma jovem adulta. A equipe do Projeto de Monitoramento das Praias da Bacia de Santos fez a necropsia e retirou as vísceras, para compreender o que causou a morte da baleia. Só então ela foi encaminhada ao museu.

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Conservação

O processo de conservação é um desafio: os pesquisadores aplicaram injeções de produtos chamados fixadores em todo o animal, uma a cada cinco centímetros da outra, para interromper o processo de decomposição. O próximo passo foi mergulhar a baleia em uma piscina de formol, onde ela deverá permanecer por seis meses. Só então o animal será transferido para um tanque definitivo, com outro tipo de substância menos ácida, para evitar danos aos tecidos. Esta não é a primeira experiência da equipe do Museu Oceanográfico na conservação de animais de grande porte. Em 2013, um tubarão-baleia de 9 metros de comprimento que morreu na Praia do Perequê, em Porto Belo, também passou pelo mesmo processo. A técnica, desenvolvida pelos próprios pesquisadores do museu, permitiu mantê-lo intacto. O tubarão e a baleia serão expostos em dois anexos ao Museu Oceanográfico, que ainda não têm prazo para a construção.

 

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