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Conta de água dos apartamentos em Balneário Camboriú pode cair pela metade; entenda

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Por Dagmara Spautz
06/12/2019 - 14h47 - Atualizada em: 06/12/2019 - 16h39
Prédios de Balneário Camboriú
Prédios de Balneário Camboriú (Foto: Diorgenes Pandini)

A mudança no modelo de cobrança da tarifa da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa) em Balneário Camboriú, que vale a partir deste mês, pode reduzir pela metade a conta de água para quem tem apartamento na cidade. Os prédios antigos, que possuem um hidrômetro só - e não um para cada imóvel - voltarão a ser cobrados pela tarifa-padrão, mais baixa.

Desde 2014 a Emasa cobrava os prédios residenciais que só tem um hidrômetro pelo consumo total. Como o aparelho marca a soma do que é gasto em todos os apartamentos, os edifícios caíam no consumo acima de 10 metros cúbicos por mês, que tem o valor mais alto da tabela. A mudança no sistema de cobrança dos edifícios era uma das cobranças dos síndicos de Balneário Camboriú. A cidade tem mais de 2 mil prédios residenciais.

Sem consumo mínimo

Não são apenas os prédios que terão mudança. As contas de água que chegam a partir deste mês já não terão mais tarifa mínima. Até novembro, a Emasa cobrava em Balneário Camboriú R$ 20 de tarifa mínima para quem consome até 10 metros cúbicos de água por mês. Somada à taxa de esgoto, que é calculada sobre o preço da água, a conta mais barata saía por R$ 36.

Agora, o consumidor vai pagar uma taxa pela disponibilidade do serviço, R$ 31,40. O restante será cobrando pelo que cada unidade consumidora usar de água, efetivamente. Segundo a Emasa, boa parte dos imóveis na cidade consome em média de um a quatro metros cúbicos. Nesse caso, a conta virá u, pouco mais barata.

Para quem tem consumo intermediário, entre 4 e 10 metros cúbicos por mês, vai ser cobrada uma correção em cima do preço da água, que é de 8%. O maior reajuste o é para quem consome mais de 10 metros cúbicos de água, que são considerados os grandes consumidores. Nesse caso, a tarifa, que hoje é de R$ 2,30, vai passar para R$ 3,28.

O diretor da Emasa, Douglas Beber, diz que a intenção é beneficiar quem gasta menos, e quem economiza água. O fim da tarifa mínima, segundo ele, também deve estimular o consumidor a controlar o que gasta.

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