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Falta de recurso do governo federal atrasa entrega do Centro de Eventos de Balneário Camboriú

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Por Dagmara Spautz
13/03/2018 - 09h41 - Atualizada em: 13/03/2018 - 09h41
Centro de Eventos de Balneário Camboriú
Centro de Eventos de Balneário Camboriú (Foto: Saul Oliveira, Divulgação)

Já completaram sete meses desde que o ministro do Turismo, Marx Beltrão, garantiu o envio de R$ 16 milhões para a compra de mobiliário para o Centro de Eventos de Balneário Camboriú _ mas até agora a verba não foi liberada. O atraso tornou incerta a conclusão da obra, que deveria ser entregue ainda este mês.

A estrutura está praticamente pronta, mas sem os elevadores, divisórias e sistema de ar condicionado, que estão na lista do mobiliário, não há como concluir a empreitada. Na semana passada o prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira (PSB), esteve em Brasília para tratar do caso com o ministro do Turismo.

Contando o prazo de licitação, ainda que o dinheiro fosse liberado imediatamente seriam necessários pelo menos mais três meses para a aquisição de todos os itens. Sem contar a instalação.

Em paralelo à questão dos recursos está a gestão, que ainda terá que ser entregue à iniciativa privada pelo Estado. O estudo de viabilidade só foi concluído recentemente, e agora está em fase de análise. O próximo passo será a elaboração do termo de referência, que vai embasar o edital.

Pelo menos duas empresas já sondaram a Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte interessadas na gestão _ a francesa GL Events, que comanda o RioCentro e o São Paulo Expo, e a Positivo, que administra o ExpoUnimed e a ExpoRenault, em Curitiba.

O investimento nas obras é de R$ 134 milhões, divididos entre Estado, município e governo federal.

Captação

O maior prejuízo causado pelo entrave nas obras do Centro de Eventos de Balneário Camboriú é a falta de parâmetros para captação. Nem tabela de preços existe ainda, e o trade turístico precisou colocar o pré no freio na divulgação do espaço. O problema é que grandes eventos são fechados com, no mínimo, um ano de antecedência. Não por acaso, o trade acompanha com atenção o andamento do processo.

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