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Luciano Hang é convocado para depor na CPMI das Fake News

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Por Dagmara Spautz
23/10/2019 - 16h23 - Atualizada em: 23/10/2019 - 16h28
Luciano Hang (foto: Reprodução)
Luciano Hang (foto: Reprodução)

O empresário catarinense Luciano Hang está entre os convocados para depor na CPMI das Fake News. A convocação foi aprovada nesta terça-feira (22) no Congresso. A lista de convocados tem 30 nomes. Entre eles, assessores do governo Bolsonaro, como Tércio Arnaud Tomaz, assessor especial da Presidência da República, blogueiros, representantes de empresas de telecomunicações e a deputada federal Gleisi Hoffmann, presidente do PT.

Também foram aprovados mais de 50 convites para comparecimento nas audiências públicas promovidas pela CPMI. A diferença entre a convocação e o convite é que, quem é convocado, não pode se recusar a comparecer.

O requerimento para convocação de Luciano Hang Hang foi apresentado pelo deputado federal Rui Falcão (PT).

O empresário foi apontado, durante o período eleitoral, como um dos responsáveis pelo disparo de mensagens de WhatsApp que teriam beneficiado a campanha do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Hang nega desde então - e continua negando - que tenha havido envio ilegal de mensagens por celular.

- Isso não aconteceu. Eu nem sabia que existia fórmula pra impulsionar o WhatsApp. Faço vídeos que viralizam automaticamente pela maneira despojada como explico minha fala. As pessoas acham engraçado, (a mensagem) importante. Sou na realidade marqueteiro – disse à coluna.

Hang afirmou que vai depor com tranquilidade porque diz que não tem nada a esconder. Mas criticou a CPMI, que afirmou ser “uma forma de querer calar o cidadão que tem hoje nas redes sociais a forma de se expressar e mostrar sua verdade”.

A CPI Mista (por isso a sigla CPMI) é composta por 15 senadores e 15 deputados, com igual número de suplentes. O alvo das investigações é a suspeita de criação de perfis falsos para influenciar as eleições do ano passado e ataques cibernéticos contra a democracia e o debate público. As investigações incluirão a prática de ciberbullying contra autoridades e cidadãos vulneráveis, assim como o aliciamento de crianças para o cometimento de crimes de ódio e suicídio.

A CPMI tem como presidente o senador Angelo Coronel (PSD-BA) e como relatora a deputada Lídice da Mata (PSB-BA). O prazo é de 180 dias.

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