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    Polícia suspeita que DJ encontrado morto em Camboriú tenha sido vítima de latrocínio

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    Dagmara
    Por Dagmara Spautz
    28/01/2020 - 15h18
    Paulinho, como era conhecido, trabalhava como DJ (foto: Reprodução)
    Paulinho, como era conhecido, trabalhava como DJ (foto: Reprodução)

    O delegado Regional, Fábio Moreira Osório, confirmou que a Polícia Civil trabalha com a hipótese de latrocínio - roubo seguido de morte - para explicar o assassinato do DJ Paulo Gonçalves, 35 anos. O corpo de Paulo foi encontrado na segunda-feira (27) em uma área de difícil acesso no interior de Camboriú, na localidade conhecida como Vila da Pedra.

    Um adolescente de 16 anos é o principal suspeito, e está apreendido. Foi ele quem indicou à Polícia Militar o local onde estava o corpo do DJ.

    O relatório preliminar indica que Paulo foi vítima de asfixia, possivelmente por um golpe do tipo mata-leão, e levou uma pedrada no rosto.

    Além de DJ, Paulo também trabalhava como motorista de aplicativo. Ele foi sepultado no fim da manhã desta terça-feira (28) em Porto Belo, onde morava com a família.

    Relembre o caso

    Paulo estava desaparecido desde a madrugada de sexta-feira (24), quando deu carona a um amigo e a um adolescente na saída de uma festa, em Camboriú. Ele deixou o amigo em casa, e depois deixaria o garoto. Mas não voltou para casa.

    Por volta das 7h, o DJ teria enviado mensagem à mãe dizendo que dormiria na casa de um amigo. O carro dele foi encontrado horas depois pela polícia no Centro de Camboriú, abandonado. Os documentos foram achados no domingo, no Bairro Areias, próximo à Escola Clotilde Ramos Chaves.

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