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Edsoul

Instituto de Cardiologia de São José se pronuncia sobre lotação

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Por Edsoul
10/01/2019 - 07h30 - Atualizada em: 10/01/2019 - 08h32
Foto enviada por leitora na segunda-feira
Foto enviada por leitora na segunda-feira

No início desta semana, publicamos aqui no Rolê o desabafo de uma paciente do Instituto de Cardiologia, que fica dentro do Hospital Regional de São José. Na nota, falamos da superlotação e do caos que o hospital, de maneira geral, enfrenta com os muitos atendimentos. Recebemos a resposta dos responsáveis pelo Instituto e, como preservamos pela transparência e damos espaço para que as partes se manifestem, segue a nota:

“Em resposta à reportagem do dia 8/1/2019, veiculada na sua coluna no jornal e no NSC Total, esclarecemos que o Instituto de Cardiologia de Santa Catarina, apesar de ser uma Unidade Hospitalar independente, divide a estrutura física com o Hospital Regional Homero de Miranda Gomes de São José, desse modo, alguns atendimentos em setores como emergência, ambulatório e unidade de internação são executadas em conjunto.

Destacamos o trabalho desenvolvido em dois setores:

Emergência:

O setor de emergência se caracteriza pelo atendimento de demanda livre e referenciada

de pacientes cardiológicos, e realiza uma média de 26 atendimentos/dia. Com a temporada de verão, a média de atendimento aumenta, ficando em torno de 33 atendimentos/dia, com tempo de espera aproximado de 30 minutos. O atendimento é realizado conforme classificação de risco, ou seja, pela gravidade do quadro clínico do paciente.

Ambulatório:

Destacamos que nesse setor específico, alvo da reportagem, os pacientes se encontravam em espera de consultas e procedimentos marcados em número além do usual, em virtude das datas para atendimento de retorno das consultas pós-feriado de final de ano (conforme agendas bloqueadas pela Regulação Estadual) para a cardiologia e para todas as especialidades, incluindo as especialidades do Hospital Regional e, por este motivo, inevitavelmente, houve a aglomeração de pessoas nos corredores, visto que dividimos também a estrutura física do ambulatório.

Destacamos ainda que são vários os motivos que interferem no tempo de espera dos pacientes, como, por exemplo, o perfil da consulta, em função do atendimento ser realizado por médicos residentes (com auxílio dos médicos responsáveis), chegada antecipada ou tardia dos pacientes, horário de transporte dos municípios. De outra forma, mesmo sem estar diretamente relacionado com a rotina do ambulatório, o calor excessivo dos últimos dias fez com que as pessoas procurassem ambientes com ar refrigerado ou com maior ventilação, levando assim a um aglomerado no corredor das unidades. Cabe registrar que em nenhum momento houve discussão ou qualquer tipo de desentendimento entre servidores do Instituto de Cardiologia e pacientes.

O Instituto de Cardiologia de Santa Catarina esclarece ainda que o caso apontado na reportagem foi atípico. Prezamos por um serviço de qualidade e estamos em contínuo processo de revisão de fluxos com o objetivo de proporcionar o melhor atendimento à população catarinense”.

Sendo assim, ficamos na torcida para que os servidores daquela unidade mantenham o atendimento bacana. Se por ventura pintarem novos desabafos de pacientes insatisfeitos, publicaremos.

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