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Coisa de cinema

A relação entre a tecnologia e a Operação Chabu

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Por Estela Benetti
19/06/2019 - 06h10 - Atualizada em: 21/06/2019 - 11h33
(Foto: Gabriel Lain)

É possível deduzir que a prisão de sete pessoas na Operação Chabu, deflagrada nesta terça-feira (18) pela Polícia Federal, que incluiu até o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, é resultado das tecnologias digitais, muitas desenvolvidas na própria Ilha de SC, também conhecida como Vale do Silício da América do Sul por sediar avançado polo tecnológico.

As soluções digitais tornaram a vida das pessoas totalmente rastreáveis via internet, celular, câmaras de vigilância e identificação facial e satélites. Significa que aquele mundo fictício do livro 1984, de George Orwell, publicado em 1949, de que as pessoas seriam vigiadas 24 horas por dia, está acontecendo.

Vigilância auditada

Ainda não dá para dizer se há culpados, mas a Operação Chabu parece coisa de cinema: um grupo vigiando ações policiais. Os sistemas tecnológicos de vigilância e escuta para instituições de segurança do país oferecem uma série de serviços, entre os quais a possibilidade de rastrear e auditar o passo a passo de pessoas sob suspeita e de cruzar informações. Então, tanto políticos quanto os demais cidadãos precisam cumprir a lei, fazer o que é certo. Se não, podem ser desmascarados pela transparência digital, com ou sem denúncia de pessoas.

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Estela Benetti

Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

estela.benetti@somosnsc.com.br

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