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    Acij pressiona pela volta do transporte coletivo em Joinville 

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    Por Estela Benetti
    22/05/2020 - 19h32 - Atualizada em: 22/05/2020 - 20h52
    O presidente da Acij, João Martinelli Foto:Acij, Divulgaçã
    O presidente da Acij, João Martinelli Foto:Acij, Divulgação

    Cidade mais populosa de Santa Catarina, com urbanização bastante horizontal, Joinville é a que começou primeiro a cobrar a volta do transporte coletivo após o isolamento social, iniciado em 18 de março. Apesar da pressão e dos argumentos de que a cidade tem 400 ônibus à disposição, até agora o Estado não liberou a volta do transporte público e ainda não tem prazo para fazê-lo.

    Diante disso, a Associação Empresarial de Joinville (Acij), enviou um ofício ao prefeito Udo Döhler fazendo firme cobrança para que viabilize a volta desse serviço considerado essencial. Na mensagem, o presidente da Acij, João Joaquim Martinelli, faz um relato cronológico de todas as ações realizadas pelo setor empresarial para colaborar com o município em medidas para a prevenção da pandemia. Há tempos cobra o transporte porque os trabalhadores estão sendo transportados em vans, que são veículos menores do que ônibus e, por isso, ficam mais próximos, aumentando o risco de contágio com o vírus. A defesa da Acij é a volta com critérios de segurança.

    Nesta sexta-feira, o governo do Estado divulgou critérios para a volta do transporte, com base nas ocorrências de Covid-19 nas cidades. Mas ainda não definiu a volta dos serviços. O argumento é que o transporte público é um dos serviços mais disseminadores do vírus.

    Questionada, a prefeitura de Joinville disse que segue as normas do governo do Estado, que ainda não liberou o transporte. Segundo a assessoria, o prefeito Udo Döhler é favorável à volta do transporte com regras sanitárias especiais para evitar contágio entre as

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