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    Ampe Metropolitana projeta 11 ações no aniversário e cobra apoio frente à pandemia

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    Por Estela Benetti
    08/04/2021 - 16h00
    Piter Santana, presidente da Ampe Metropolitana
    Piter Santana, presidente da Ampe Metropolitana (Foto: Alexandre Salles, Divulgação)

    A Associação das Micro e Pequenas Empresas da Região Metropolitana de Florianópolis (Ampe Metropolitana) completa 11 anos nesta sexta-feira. Para marcar a data, faz evento virtual que terá como ponto alto relato de 11 realizações até agora e apresentação da agenda de 2021. A entidade, que representa empresas de 32 municípios da região, também cobra mais apoio do setor público para as empresas enfrentarem a pandemia.

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    - Decidimos fazer uma programação virtual para comemorar o aniversário este ano porque no ano passado, quando completamos 10 anos, tivemos que cancelar um grande evento no Centro Integrado de Cultura (CIC) em função da chegada da pandemia. Lançamos a campanha 11 anos e as 11 principais entregas para a sociedade. Além disso, vamos anunciar um programa de capacitação, espaço para coworking e endereço fiscal para empreendedores – explica Piter Santana, presidente da Ampe Metropolitana.

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    A lista de 11 realizações na trajetória da entidade inclui: manifestos em apoio às MPEs e MEIs aos prefeitos e vereadores da região; luta contra o aumento abusivo do IPTU em Florianópolis; festivais cervejeiros e a Rota Turística Caminho Cervejeiro; Juro Zero Floripa; projeto Empreenda!, Semana MPE/Live Ampe; Semana do Crédito; Circuito Ampe; crédito estadual com propostas de apoio para MEIs e MPEs; propostas de desenvolvimento econômico nas esferas municipais, estadual e federal; e 11 anos de permanente trabalho de representatividade do segmento.

    Sobre ajuda mais efetiva do setor público a pequenas empresas atingidas pela pandemia, Piter Santana afirma que as reivindicações continuam. A entidade pressiona desde o ano passado por auxílio Linhas de crédito foram aprovadas recentemente, mas ainda não estão liberadas, observa ele.

    - Todas empresas foram impactadas pela pandemia. Muitas fecharam. Temos um maior número de CNPJs porque muita gente perdeu emprego e se formalizou como microempreendedor individual (MEI). Quem tinha melhor fôlego financeiro, suportou melhor. O lado positivo é que a pandemia forçou evolução no setor de tecnologia. Muitas empresas avançaram e até abriram negócios online – afirma o presidente da Ampe Metropolitana.

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