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Tecnologia

Ecossistema de TI avança em Santa Catarina

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Por Estela Benetti
07/01/2019 - 07h20 - Atualizada em: 07/01/2019 - 07h24
Empresário Daniel Leipnitz está à frente da ACATE (Foto: Cristiano Estrela, NSC Total

O ano de 2018 foi de grandes conquistas para o setor de tecnologia do Estado e, especialmente, para a Associação Catarinense de Tecnologia (Acate), que tem à frente o empresário Daniel Leipnitz (foto). A entidade inaugurou três centros de inovação na Capital em parceira com a prefeitura local, o que está resultando numa rede com unidades desde o Norte da Ilha de SC até o Continente. Além disso, inaugurou um escritório em Boston e criou três novos grupos temáticos: sobre investimentos, internacionalização e participação feminina. Outro destaque foi o lançamento do Observatório Acate com apoio da Fiesc. O setor, que já responde por 5% do PIB do Estado, tem 12,3 mil empresas, 16,6 mil empreendedores e cerca de 47 mil colaboradores no Estado mostra que está firme para ganhar, a cada ano, maior participação na economia estadual. 

Confira outras notas da colunista Estela Benetti:

Polêmica na Previdência

A primeira semana do governo de Jair Bolsonaro foi preocupante para a economia. Tudo por conta das informações desencontradas e mal explicadas por parte do presidente. Ele assustou o mercado e também os trabalhadores ao dizer que defende idade mínima de aposentadoria de 57 para mulheres e 62 para homens. Se a mudança será imediata, preocupa quem está perto da aposentadoria. Mas se é para o futuro, está aquém do necessário e preocupa o mercado. Sobre esse tema, a comunicação precisa ser oficial e feita pela equipe responsável. Não soltar informações aqui e ali. Além disso, o governo deveria mirar, com um período de transição, a idade mínima do primeiro mundo, onde a maioria se aposenta aos 65 anos, tanto homem quanto mulher. Nos EUA, país que Bolsonaro admira, a aposentadoria é aos 66 anos e vai para 67 anos. Quem se aposenta antes, recebe parcial.   

Preços de imóveis

Florianópolis, que tradicionalmente têm imóveis mais caros do que a média brasileira e mais pressão nos preços, em 2018 teve uma realidade diferente segundo o índice FipeZap, que apura o preço médio do metro quadrado nas 20 principais cidades do país. No acumulado de janeiro a dezembro, a alta na Capital de SC ficou em 1,10%, a sétima maior do país, enquanto a inflação acumulada no ano, até novembro, subiu 3,59%, mais que o triplo maior. Em novembro, os preços dos imóveis em Florianópolis tiveram alta de 0,65% e em dezembro caíram 0,38%, quando o metro quadrado custou R$ 6.894. O bairro Jurerê Internacional teve os imóveis mais caros ano passado em Floripa, e os mais baratos foram no bairro Rio Vermelho. 

Observatório econômico

A prefeitura de Florianópolis criou o Observatório Econômico, com o objetivo de difundir informações socioeconômicas do município. A iniciativa foi da Secretaria de Turismo, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico por meio da Superintendência de Desenvolvimento, Indústria e Comércio da pasta. Segundo o superintendente Piter Santana, o objetivo é acompanhar com mais detalhes a evolução econômica do município e ter os dados mais facilmente para formular políticas adequadas e fornecer para investidores. 

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Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

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