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    Facisc atrai mais apoio para mudar plano de concessão do Aeroporto de Navegantes

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    Por Estela Benetti
    08/12/2020 - 17h50 - Atualizada em: 08/12/2020 - 17h53
    Governador Moisés (D) recebe Sérgio Alves e Jonny Zulauf, d
    Governador Moisés (D) recebe Sérgio Alves e Jonny Zulauf, da Facisc (Foto: Facisc, Divulgação)

    Desde que lideranças do Vale do Itajaí passaram a alertar que o plano de concessão do Aeroporto de Navegantes, previsto pelo Ministério da Infraestrutura, não favorece a economia da região, a Federação das Associações Empresariais (Facisc) tomou à frente das negociações com a União para conseguir as alterações necessárias. O tema será abordado nesta quarta-feira em reunião virtual com o ministro do Tribunal de Contas da União, Augusto Nardes. Além do presidente eleito da Facisc, Sérgio Rodrigues Alves, participarão o presidente da Federação das Indústrias, Mario Cezar de Aguiar e os secretários estaduais de Desenvolvimento Econômico, Celso Albuquerque, e de Mobilidade e Infraestrutura, Thiago Vieira.

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    Essa adesão do governo do Estado ao movimento, com a presença de dois secretários no evento com Nardes, foi decidida pelo governador Carlos Moisés. Ele teve reunião segunda-feira (foto) com o atual presidente da Facisc, Jonny Zulauf, e com Sérgio Alves, visando uma aproximação com a nova diretoria da federação, que assume em 1º de janeiro. Na reunião com o governador, na qual também participou o secretário da Fazenda, Paulo Eli, os empresários falaram também sobre outras pautas de interesse do setor produtivo estadual, em especial infraestrutura. 

    Sobre o aeroporto de Navegantes, a lista de reivindicações de empresários catarinenses para mudar o plano de privatização aumentou. Além de uma nova pista, vão apresentar ao ministro Nardes novos dados que apontam a necessidade de revisão do estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental (EVTEA) do projeto do bloco Sul, que inclui também os aeroportos de Joinville, Curitiba, Foz do Iguaçu e outros menores. Um dos argumentos é que os dados que embasaram os estudos de viabilidade estavam subdimensionados.

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