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Balanço social

Instituto de Joinville impacta 600 mil pessoas no país com investimentos de R$ 3 milhões

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Por Estela Benetti
19/04/2019 - 04h30 - Atualizada em: 19/04/2019 - 04h30
(Foto: Diorgenes Pandini / Agência RBS_

O Instituto Carlos Roberto Hansen (ICRH), braço social do Grupo Tigre, de Joinville, divulgou balanço social do ano passado em que impactou 600 mil pessoas no país com investimentos superiores a R$ 3 milhões.

-Hospitais, escolas, centros de educação infantil e instituições que tratam de pessoas com necessidades especiais recebem apoio frequente por meio de programas assistenciais – informou o presidente do ICRH, Felipe Hansen.

Além disso, a instituição atua em projetos de prevenção ao uso de álcool, fumo, drogas e uso consciente de água.

Repasse a poderes e equilíbrio social

A iniciativa do governo de Carlos Moisés da Silva visando reduzir os repasses aos poderes em Santa Catarina de 21,88% da receita líquida para 19,69%, com previsão de garantir ao Estado mais R$ 400 milhões, significa um corte pequeno, mas consiste numa proposta justa. O Estado precisa atender uma série de demandas de serviços à população, especialmente na área da saúde, infraestrutura e segurança e enfrenta falta de verbas anualmente. Enquanto isso, a maioria dos poderes têm receita acima do que necessitam. Prova disso são os altos salários que praticam, muito superiores a média do mercado.

Quando se olha para o cenário nacional, esse percentual aos poderes em SC, que é o maior do Brasil, pode ter reduções ainda mais expressivas. No ano passado, por exemplo, no Rio Grande do Sul os poderes ficaram com 10,5% da receita líquida do Estado, em São Paulo com 9,1%, no Rio de Janeiro com 11% e Minas Gerais, com 9,1%.

Com exceção da Udesc, que cresceu bastante e pode ter maiores dificuldades para reduzir despesas, os demais poderes podem ser muito mais enxutos. Uma alternativa é usar mais tecnologia para fazer as atividades. Os recursos dos impostos devem priorizar o desenvolvimento e a qualidade de vida para todos.

Páscoa

Uma estratégia para gastar menos com presentes para Páscoa é deixar para comprar na última hora. O sábado pode ser uma opção, com lojas já liquidando ovos de chocolate. Pesquisa da FCDL-SC prevê vendas 4,5% maiores. A rede Fort Atacadista, que enfatiza preço baixo para a maioria dos produtos, prevê vendas 25% maiores para a data.

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Estela Benetti

Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

estela.benetti@somosnsc.com.br

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