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Economia

Moveleiras de Santa Catarina sentem efeito da guerra comercial entre EUA e China

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Por Estela Benetti
20/08/2019 - 03h15

A região de São Bento do Sul, que até 2009 foi uma tradicional exportadora de móveis de madeira aos EUA, está sendo procurada por importadores de lá para substituir fornecedores chineses. São muitos pedidos, mas o atendimento está sendo cauteloso pois o setor quer continuar vendendo também no Brasil, afirma o vice-presidente da Fiesc para o Planalto Norte, Arnaldo Huebl. Os americanos elogiam a qualidade dos produtos e pontualidade na entrega. A Móveis Weihermann, da qual Huebl é sócio, hoje obtém 70% da receita com exportação e desse total, 70% são vendas aos EUA. 

Globalizadas

Para ter presença global, a empresa precisa buscar tecnologia de ponta e diversificar mercados. Essa é a razão de sucesso de companhias de SC como a WEG, Tupy, Embraco, as agroindústrias BRF, JBS e Aurora e outras empresas de médio e pequeno porte. Uma novidade recente em SC são as empresas de tecnologia exportadoras. Durante o Startup Summit, na Capital, o presidente do Sebrae nacional, Carlos Melles, recomendou a pequenas empresas exportarem mais, como ocorre em países ricos.

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Colunista

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Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

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