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Tecnologia e inovação

Nova gestão à frente da Acate

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Por Estela Benetti
12/07/2018 - 05h15 - Atualizada em: 12/07/2018 - 05h12
(Fernando Villadino, divulgação)

Com objetivo de consolidar programas dos últimos anos voltados ao desenvolvimento do setor de tecnologia e maior disseminação do ecossistema de inovação no Estado, a Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) empossou ontem à noite a sua diretoria para um novo mandato de dois anos, com o empresário Daniel Leipnitz na presidência. Também no evento, Leipnitz e o primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Mario Aguiar, assinaram parceria para o observatório Acate Fiesc com o objetivo de compartilhar dados econômicos de SC. E com a prefeitura de Florianópolis, a Acate assinou acordo para o gerenciamento de três centros de inovação na cidade. Na foto, a partir da esquerda, o superintendente de Tecnologia e Inovação da prefeitura, Marcus Rocha; secretário de Desenvolvimento do município, Juliano Pires; prefeito Gean Loureiro; Leipnitz; e os vice-presidentes da Acate Iomani Engelmann, Silvio Kotujansky e Marcos Leipnitz. 

 

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Greve derrubou a indústria

Uma prova de que o setor de transportes do Brasil deveria ser proibido de fazer greve foi o estrago que a paralisação de 10 dias em maio causou na indústria de SC e do país. Segundo o IBGE, a produção industrial mensal do Estado caiu 15% frente ao mês anterior, abril, e 8,2% em relação ao mesmo mês do ano passado. A produção média do país caiu 10,9% em maio na comparação com abril e 6,6% frente ao mesmo mês de 2017. 

Em SC, os maiores estragos em relação a maio do ano anterior ocorreram nos setores de máquinas e materiais elétricos (-21,7%), alimentos (-20,6%), celulose e papel (-14,3%), borracha e plástico (-8,6%) e confecções e assessórios (-7,5%).  

No Startup Summit

Hoje e amanhã, as atenções do setor de tecnologia se voltam para o Startup Summit, que acontece no Centro de Eventos Governador Luiz Henrique da Silveira, em Florianópolis. Por isso, a ACE, empresa de investimento em startups e inovação corporativa, anuncia a abertura de uma unidade na Capital de SC. O hub será montado em parceria com o Grupo Cassol, fundado por Ernesto Cassol e seus filhos, que está comemorando 60 anos de atuação. Segundo José Guitierrez, sócio da ACE, a decisão é em função do potencial do Estado. 

 

Energia solar

A Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) acaba de empossar seu novo conselho de administração. Entre os integrantes, dois executivos catarinenses, o diretor de Operações da Engie Geração Solar Distribuída, Rodrigo Kimura, e o gerente de Energia Solar e SmartGrid da WEG, Harry Schmelzer Neto. O desafio do conselho é fazer planejamento estratégico para desenvolver o mercado de energia solar no país. O que anima é que o segmento registra crescimento acelerado. A geração solar distribuída tem perto de 31.500 conexões no país. Este novo conselho tem mandato para o período de 2018 a 2020. 

 

Crédito

O grupo manezinho Fontes incluiu mais uma empresa sob seu guarda-chuva que agora reúne 18 nas áreas de finanças e inteligência. Acaba de comprar participação societária na Stormtech, também da Ilha de SC, que atua com software de sistemas de gestão e controle administrativo de promotoras de crédito. 

 

Presidenciáveis

Com o Brasil fora da Copa, as atenções se voltam aos presidenciáveis. Segunda-feira, no evento do Lide SC, na Capital, vários empresários defendiam, nos bastidores, João Dória para disputar a presidência. Ele representaria o novo, enquanto Geraldo Alckmin tem imagem atingida por denúncias de corrupção nos governos de SP.   

 

Furto de energia

Entre as centenas de projetos no Congresso que só aumentam os custos aos consumidores ou as despesas públicas está a aprovação de projeto de lei pela Câmara para que todos brasileiros paguem o custo de gatos (furto) de energia das distribuidoras do Acre e de Rondônia. Isso dentro do projeto de privatização da Eletrobras. Os parlamentares de SC precisam trabalhar para derrubar isso. Furto de energia resulta da ineficiência das distribuidoras ou de problemas estaduais. Não devem ser federalizados.   

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