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Privatização: o exemplo da Engie

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Por Estela Benetti
09/11/2019 - 01h11

O evento 500 Maiores do Sul, realizado pelo grupo Amanhã e PwC nesta quinta-feira em Curitiba, debateu a importância das privatizações no painel Desestatizar para Crescer. O exemplo da Engie Brasil Energia foi apresentado pelo diretor de Geração da empresa, José Laydner. No ranking deste ano divulgado pela Amanhã, a Engie seguiu como quarta maior empresa de Santa Catarina e 9ª maior da Região Sul.

Também participaram do painel Salim Mattar, secretário Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercado; Erasmo Carlos Battistella, presidente da BSBIOS (RS), e Cláudio Stabile, presidente da Sanepar.

Laydner fez uma pequena linha do tempo. Segundo ele, quando a Engie foi privatizada em 1998, gerava pouco mais de 3 mil MW. Dez anos depois, chego a 7 mil MW e, atualmente, são 10.2 mil MW. Do total desse parque gerador, 90% é energia renovável de usinas hidrelétricas, eólicas, solares e biomassa.

Multinacional francesa, a Engie conta com 61 usinas no Brasil que respondem por 6% da oferta nacional.

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