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Tecnologia: empresa de Florianópolis pretende impactar 1 bilhão de pessoas até 2022

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Por Estela Benetti
09/01/2019 - 05h40 - Atualizada em: 09/01/2019 - 05h40
(Foto: pixabay/divulgação)
(Foto: pixabay/divulgação)

A princípio, o nome remete a uma deliciosa  torta doce de queijo, mas a Cheesecake Labs é uma empresa de tecnologia de Florianópolis que desenvolve aplicativos web e mobile ao mercado. Fechou 2018 com soluções que impactaram 35,8 milhões de pessoas em diversos países e, com essa trajetória de sucesso, o plano é impactar 1 bilhão de pessoas até 2022.

O faturamento alcançou R$ 10 milhões no ano passado, 25% superior ao de 2017. A empresa foi fundada em 2013 por quatro estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC): Alexandre Cordeiro, Cássio Goulart, Marcelo Salloum e Victor Oliveira.

O nome Cheesecake Labs foi uma homenagem ao queijo, um dos pratos preferidos dos sócios quando eram apenas colegas de faculdade e jogavam videogame juntos. Atentos aos desafios globais, eles saíram recentemente das atividades executivas e vão cuidar somente da estratégia da empresa. O novo CEO é Marcelo Gracietti, que já trabalhou nos EUA e Espanha.

A Cheesecake oferece 50 empregos diretos, projeta faturar R$ 13 milhões (30% mais) e vai manter a forte atuação internacional onde obteve 70% da receita ano passado. Além do Brasil, tem clientes nos EUA, Inglaterra, Suíça e Espanha.

Campanha contra violência

Maria da Penha, palestrante e ativista contra a violência doméstica, será a estrela do evento de lançamento da campanha Diga não à violência à Mulher, menos ódio mais amor, uma iniciativa da Associação Catarinense das Indústrias de Água Mineral (Acinam), que será lançada dia 30 deste mês, no auditório da Fiesc, em Florianópolis.

Empresas engarrafadoras de água ligadas à entidade vão colocar o número 180, do disque-denúncia, em todos os garrafões de água mineral utilizados no Estado. Segundo o presidente da associação, Tarciano Oliveira, serão mais de 1 milhão de garrafões que terão essa informação bem visível com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de denunciar.

Os números catarinenses são preocupantes: segundo a Secretaria de Estado da Segurança Pública, nos oito primeiros meses de 2018 foram registrados 66 feminicídios em SC. A iniciativa da Acinam tem apoio da Associação Catarinense das Emissoras de Rádio e Televisão (Acaret). 

Governador visita

Muitos catarinenses e entidades empresariais do Estado ainda não tiveram oportunidade de conversar com o governador Carlos Moisés da Silva. Mas uma estratégia adotada por ele junto aos servidores do Estado vem fazendo sucesso.

Ele decidiu ir conhecer pessoalmente cada secretaria, conversar ou só apertar a mão de trabalhadores. Fez isso nas pastas de Infraestrutura e Agricultura sexta-feira. Um servidor da Infraestrutura postou um vídeo feliz, dizendo que tem 62 anos, atua há 37 atua no Estado e esta foi a primeira vez que um governador o visitou.

Pasta estratégica

Como a melhoria da infraestrutura foi eleita a prioridade do novo governo do Estado, o titular da pasta, o coronel do Exércioto Carlos Hassler, tem andado muito ocupado. Recebeu um relatório da gestão anterior com as prioridades e está definindo o que vai fazer primeiro. Para ter uma equipe mais afinada, escolheu para secretário adjunto um coronel do Exército, Pedro Luiz Humphreys Stonoga. 

Juros X imóveis

Declarações do novo presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, sobre mudanças na política de juros para casa própria assustaram não só o setor de construção civil, mas também o de venda de imóveis. Ainda bem que ele voltou atrás. Segundo o presidente do Secovi de Florianópolis e Tubarão, Fernando Willrich, o mercado imobiliário que foca a classe média é altamente alavancado e dependente de financiamento da Caixa.

Uma alta de juros pode assustar empreendedores que trabalham com este tipo de imóvel porque a classe média pode parar de comprar. As consequências afetariam todo o mercado e a geração de emprego, devido ao peso da construção civil na economia do país. 

A roupa mais cara

Que o Brasil é um país caro todos sabem, tanto quem reside aqui quanto quem viaja para outros países. Também o alto preço da roupa não surpreende. Quem confirmou isso mais uma vez foi o Índice Zara, calculado pelo banco BTG Pactual.

Segundo análise de economistas da instituição, as roupas da Zara no Brasil – gigante de moda que atua em 44 países – foram as mais caras do mundo ano passado. Custaram 18% mais que nos EUA, país que é base para o índice. A carga tributária, custos logísticos e problemas políticos são apontados como causa. 

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Estela Benetti

Estela Benetti

Estela Benetti

Especialista na economia de Santa Catarina, traduz as decisões mais relevantes do mercado, faz análises e antecipa tendências que afetam a vida de empresários, governos e consumidores.

estela.benetti@somosnsc.com.br

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