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Faraco

Arbitragem

A discussão sobre o VAR no Brasileirão

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Por Faraco
12/08/2019 - 22h48 - Atualizada em: 12/08/2019 - 22h48
Foto: Marco Favero/AG.RBS
Foto: Marco Favero/AG.RBS

O final de semana foi bem agitado nas cabines de arbitragem de vídeo. Muitas decisões, discussões e polêmica. Escrevi aqui outro dia que ainda é preciso dar tempo para que exista um padrão e ajustes possam ser feitos. Mas o que já dá pra dizer é que a sentença “mínima interferência, máximo benefício”, que era pra ser o lema do VAR e que está no protocolo como um mandamento, está, na realidade, sendo desprezada. O que ocorre é justamente o contrário, com muita interferência e um benefício bastante discutível. Fora que o VAR está servindo pra procurar, ou caçar, faltinhas em lances que não deveriam ser analisados.

O VAR não pode ser utilizado para mexer em interpretações. Se o árbitro apitou ou deixou de apitar próximo ao lance, com convicção, o VAR não deveria contestar. A não ser que haja um erro muito claro, uma injustiça gritante, o que é bem diferente de um lance que possa gerar interpretações diferentes. É preciso rever as orientações e diminuir a interferência do VAR nos jogos.

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Rodrigo Faraco

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Jornalista e comentarista esportivo, sempre atento ao que acontece especialmente no futebol catarinense, faz análises e bastidores dos times do Estado.

rodrigo.faraco@somosnsc.com.br

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