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Justiça Desportiva

Advogado mantém tranquilidade sobre possíveis demandas do Criciúma e do Londrina contra o Figueirense

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Faraco
Por Faraco
26/11/2019 - 20h22 - Atualizada em: 26/11/2019 - 22h05
Time não entrou em campo contra o Cuiabá. Foto: Rogerio Moroti/AssCom Dourado
Time não entrou em campo contra o Cuiabá. Foto: Rogerio Moroti/AssCom Dourado

O início da semana foi marcado por manifestações de Criciúma e Londrina e a intenção da direção dos dois clubes de entrar na Justiça Desportiva contra o Figueirense por causa do WO.

Seria uma tentativa de reverter os rebaixamentos, já definidos em campo na Série B. O diretor jurídico do Criciúma, Albert Zilli, manifestou ao blog do colega Denis Luciano, de Criciúma, a disposição de tentar dois caminhos contra o Figueirense. Um deles seria pela perda de mais três pontos da equipe da capital e a outra seria com pedido de exclusão do Figueirense da Série B, por ter interferido no resultado esportivo da competição com o WO.

Já o Londrina também se pronunciou sobre o caso com a mesma intenção. Em reportagem do Globoesporte.com o presidente do clube, Sérgio Malucelli, afirmou que já estudava esta hipótese anteriormente, alegando que o Figueirense deveria perder mais três pontos na tabela da Série B.

A CBF chegou a retirar três pontos do Figueirense antes da 27ª rodada. Mas devolveu os pontos depois de ter sido alertada pelo STJD que havia uma interpretação equivocada da decisão do Pleno. O Figueirense foi punido com a perda da partida contra o Cuiabá, do dia 20 de agosto, pela 17ª rodada da Série B, e mais R$ 3 mil de multa.

O advogado Eduardo Carlezzo, da Carlezzo Advogados, que representa o Figueirense nos casos em instância nacional, no STJD, foi firme na avaliação da questão. Ele afirma estar tranquilo e não vê nenhuma possibilidade nos possíveis pleitos do Criciúma e do Londrina.

“Estamos absolutamente tranquilos de que não haverá nenhuma outra punição ao Figueirense diferente daquelas que já foram dadas. Já fizemos a defesa no processo do WO, onde além da perda automática dos pontos da partida contra o Cuiabá, foi imposta multa de 3.000 reais. O processo está encerrado. Da mesma forma, fizemos a defesa no caso dos atrasos salariais e o processo foi arquivado sem qualquer punição. Portanto, não há como reabrir casos já encerrados”.

A Carlezzo Advogados foi o escritório que defendeu o clube no julgamento do WO em todas as instâncias.

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Rodrigo Faraco

Colunista

Faraco

Jornalista e comentarista esportivo, sempre atento ao que acontece especialmente no futebol catarinense, faz análises e bastidores dos times do Estado.

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