A CBF é a grande responsável por tudo que ocorreu no Maracanã dentro e fora de campo, antes e durante o encontro Brasil x Argentina pela Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. Foi derrotada em campo e fora dele. 

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“Time sem vergonha”: Brasil perde para a Argentina e 2023 vira ano vexatório para a seleção

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Em campo, a derrota é também resultado de um processo que não vai levar a lugar algum, com técnico interino, Fernando Diniz, que tem ideias muito diferentes para que sejam bem executadas em apenas seis partidas, sendo que um outro técnico, Carlo Ancelotti, que tem outras ideias, vai assumir no meio do ano que vem. 

A derrota para a Argentina faz parte do mesmo contexto das derrotas para o Uruguai e a Colômbia – muita desorganização e pouco futebol. O time de Fernando Diniz é um amontoado, que só consegue competir enquanto tem intensidade. E nada mais! Diniz não entrega “legado”, nem resultado.

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Brasil perdeu a terceira seguida nas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa de 2026 (Foto: Staff Images/ CBF)

Pancadaria, truculência e selvageria; FERJ tentou aletar 

Fora de campo, a Confederação Brasileira de Futebol era a responsável pela organização do jogo e o fez de forma desastrosa, sem medidas de precaução, de prevenção, misturando torcedores de Brasil e Argentina nas cadeiras do estádio.

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Deu no que deu. Pancadaria antes da partida, com briga generalizada, truculência e mais pancadaria para tentar “resolver” o conflito, que envolvia brasileiros, argentinos, e qualquer um que estivesse ali somente para ver a partida, um dos maiores jogos e mais esperados de sempre do futebol mundial, que envolvia a campeã mundial, com Messi e tudo em campo. 

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É preciso ressaltar que o relatório do jogo vai para o Comitê Disciplinar da Fifa. O delegado do jogo se reporta diretamente à ela. Este jogo de Eliminatórias é da Fifa. Os delegados normalmente são a maioria da América do Sul, mas sob designação da Federação Internacional. Todas as questões disciplinares são reportadas à FIFA. O jogo é organizado pela CBF, o mandante.

Na semana passada, dia 17, a FERJ (Federação de Futebol do estado do Rio de Janeiro) enviou três cartas a órgãos públicos, se eximindo da responsabilidade da organização da partida de seus reflexos, numa espécie de alerta também. As cartas, assinadas por Rubens Lopes, presidente da FERJ, foram encaminhadas ao Ministério Público do Rio de Janeiro, à Concessionária do Maracanã, e ao Juizado Especial do Torcedor. 

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Confira os TRÊS documentos da FERJ abaixo: 

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