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Faraco

Série B

O Paraná mereceu vencer o Figueirense

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Por Faraco
24/07/2019 - 00h43 - Atualizada em: 24/07/2019 - 10h20
Fellipe Matheus indo pra cima da defesa. Foto: Matheus Dias/FFC
Fellipe Matheus indo pra cima da defesa. Foto: Matheus Dias/FFC

Na sexta-feira o Figueirense empatou com o Londrina e foi injusto. O time merecia vencer. Agora é preciso ressaltar que o Paraná foi melhor em campo. Não na posse de bola e na pressão. O Tricolor foi melhor na organização e na estratégia de jogo, na proposta que executou. O time estava muito aplicado no posicionamento defensivo e com um contra-ataque muito bem definido. Teve paciência para defender e esperar que o Figueirense desse mais espaços, o que ocorreu aos poucos no segundo tempo. O Figueira fez o que um mandante precisa fazer, tomando iniciativa do jogo desde o início. O time foi bem até a saída do atacante Rafael Marques. Não que a saída dele e a entrada de Matheus Lucas tivesse mudado o jogo. O ocorreu foi que a partir daquele instante o Figueirense se lançou mais a frente, descuidando o contra-ataque.

O time visitante passou a chegar mais e com mais perigo. O pênalti marcado existiu, assim como no final da primeira etapa o Paraná já tinha sido prejudicado por um pênalti anterior não marcado. Depois do gol, o Figueirense não teve mais nenhuma chance real. O Alvinegro termina essa passagem de dois jogos dentro de casa com apenas um ponto e tem o que lamentar, pois são pontos que podem fazer muita falta lá na frente.

O dilema Victor Guilherme

É inegável que o lateral-direito Victor Guilherme acrescentou ao ataque do Figueirense. Tem uma força de apoio muito expressiva, sempre se apresentando e criando dificuldades para os adversários. Diante do Paraná, ele mostrou sua importância na criação de jogadas ofensivas. No primeiro tempo, o lateral-esquerdo Guilherme Santos teve problemas com ele, que sempre tinha o suporte do meia Fellipe Matheus. O dilema é a capacidade dele na defesa.

O Paraná, nitidamente, explorou as costas dele nos contra-ataques. No primeiro tempo o atacante Bruno Rodrigues não conseguiu aparecer, mas chutou três vezes dando trabalho ao goleiro Denis. No segundo tempo, foi justamente na esquerda, por trás de Victor Guilherme, que as jogadas surgiram. O trabalho que o técnico Hemerson Maria tem que fazer é organizar a cobertura no setor.

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