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Faraco

Análise

Reflexos da eliminação do Figueirense na Copa do Brasil

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Por Faraco
22/02/2019 - 09h05 - Atualizada em: 22/02/2019 - 09h16
Técnico é muito bom, mas não é mágico. Foto: Patrick Floriani/FFC
Técnico é muito bom, mas não é mágico. Foto: Patrick Floriani/FFC

O primeiro reflexo é a dúvida. A primeira derrota e a eliminação precoce do Figueirense na Copa do Brasil trazem também os primeiros questionamentos, que são naturais do futebol e o time passaria, mais cedo ou mais tarde, por eles. A equipe não jogou nada numa partida importantíssima. Não teve força para pressionar, martelar e pelo menos empatar. Não teve força e criatividade.

A parte física, um pouco, se explica pelos desgastes das viagens seguidas, com apenas duas sessões de treinamentos entre o fim da primeira fase da Copa do Brasil e o jogo contra o Luverdense. O clube foi atropelado pela CBF e não conseguiu reverter nos bastidores. Faltou força política à diretoria.

Dentro de campo, mostrou uma fragilidade de desempenho, com jogadores abaixo daquilo que podem apresentar e de opções, com os limites do grupo expostos. É hora de avaliar tudo isso. Há uma longa temporada pela frente e muitos desafios complicados. O Figueirense precisa se fortalecer, dentro e fora de campo. Hemerson Maria é ótimo, mas não é mágico.

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