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Campanha

Paciente busca apoio para conseguir remédio para tratamento de câncer

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Por Laine Valgas
16/04/2018 - 10h00 - Atualizada em: 16/04/2018 - 10h00
José Carlos Mendes - Foto Arquivo pessoal

Hoje eu lhe convido a fazer um exercício de empatia – o de se colocar no lugar de alguém e entender o que ele vive. Imagine você ter um companheiro ou companheira e, de repente, saber pelos médicos que ele tem apenas mais três meses de vida, ao descobrir um câncer de pulmão metastático.

É exatamente o que vive nossa leitora Marcella Justino Braga Mendes, catarinense de Tubarão, esposa do José Carlos Mendes, de 49 anos, que luta bravamente pra se manter vivo – ou mais que isso: viver com a dignidade que merece e tem direito. Pena que esse direito não vem sendo respeitado por quem mais deveria: o poder público...

#liberaaquimio

“O diagnóstico veio dois anos atrás. De lá pra cá vencemos o câncer pela fé – o milagre da vida acontece em cada amanhecer. Junto, claro, fazemos todos os tratamentos medicamentosos recomendados – e é aí que mora nosso maior problema. Hoje o Carlos faz uso de uma quimioterapia oral, o Tarceva, que custa R$ 9 mil e é fornecida pelo estado. Porém, ela não faz mais o efeito esperado, dando margem pra doença crescer. E esse crescimento vem acontecendo nos últimos meses.

Daí surgiu a necessidade de trocar por uma medicação mais forte. Essa nova quimio se chama Tagrisso e custa R$ 32 mil. Já entramos com processo para que o Estado forneça este também – mas o governo está adiando”, conta Marcella. Por isso a família e amigos lançaram uma campanha, a #liberaaquimio, convocando a todos para que multipliquemos esse pedido de socorro pelas nossas redes até que quem de fato deve, tome uma providência urgente.

“O Carlos é nosso herói, nosso símbolo de força, nossa inspiração. Pai de duas filhas lindas, de dois e seis anos, dedicado, que tem muito ainda o que viver – e que não pode esperar, por que o câncer não espera. Por isso, a nossa pressa. Por isso a urgência no caso. Quero dar a ele oportunidade de viver bem, tratando a doença com a medicação que deve ser tratada. Se Eu e ele sozinho não temos voz, o povo vai nos ajuda nisso”, conclui. E nós engrossamos esse coro – e mais que isso: vamos saber com a Secretaria de Saúde do Estado por que tanta demora...

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