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Família Acolhedora

Projeto Família Acolhedora Bem-Me-Quer precisa de voluntários para acolher crianças

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Por Laine Valgas
09/02/2019 - 07h10 - Atualizada em: 09/02/2019 - 07h09
(Foto: Divulgação/Divulgação)

Muita gente não sabe, mas em Palhoça funciona um serviço oferecido pela Secretaria de Assistência Social do Município para amenizar o sofrimento de crianças que tiveram seus direitos violados: é o Família Acolhedora Bem-Me-Quer, que já foi tema de matérias aqui na Hora. Mas não custa lembrar.

Sabem como funciona? Atende um público entre zero e 18 anos em situação de risco, afastados da família por decisão judicial e medida de proteção - hoje são dezenas à espera de um abrigo. 

Por meio do Bem-Me-Quer, ao invés de irem para abrigos institucionais, esses menores são encaminhados para residências de famílias que cuidam da criança ou adolescente até que seja possível o retorno à família de origem ou concluído o processo de adoção. Essas famílias são selecionadas, cadastradas e passam por uma capacitação.

E para que o retorno ao lar aconteça da forma mais rápida possível, a equipe técnica do serviço atua nas duas frentes: tanto acompanhando e oferecendo toda a assistência para que a criança seja bem acolhida na nova casa, quanto trabalhando com a família de origem, preparando os pais para receber de volta a criança. 

Como o serviço é oferecido em Palhoça, a família acolhedora precisa morar no município. O grande problema é que ainda são poucas as cadastradas: “Atualmente temos oito famílias que fizeram cadastro e estão habilitadas. Esse número precisa aumentar, para que o número de crianças em abrigos possa diminuir”, conta Laiara Cristina Cardoso, coordenadora do serviço.

Por isso, lhe trago o convite: bora fazer a diferença na vida dessa gente tão nova?  

Como ser uma família acolhedora 

Para participar, a pessoa ou família interessada deve procurar o serviço de acolhimento na Secretaria de Assistência Social, que fica na Praça 7 de Setembro. O cadastramento não impõe restrições em relação a sexo e ou estado civil.

Após aprovação do cadastro, o interessado participará da capacitação e será acompanhado por uma equipe técnica no decorrer do período de participação do serviço.

O programa estabelece um prazo máximo de dois anos de permanência de uma criança num mesmo lar de família acolhedora. Quem quiser conhecer mais o projeto e partilhar desta causa pode ligar para o telefone (48) 3242-0488, das 13h às 19h. Mais informações no site ou no Facebook.

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