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    Balanço da Schulz mostra  desempenho acima do esperado 

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    Loetz
    Por Loetz
    18/11/2019 - 16h50 - Atualizada em: 18/11/2019 - 17h24
    Frente da fabrica da Schulz em Joinville
    (Foto: Rodrigo Philipps / Agencia RBS)

    A Schulz obteve lucro líquido de R$ 30,3 milhões no terceiro trimestre do ano, um aumento de 36,9% em relação a igual período do ano passado. Nos nove primeiros meses de 2019 a companhia joinvilense teve lucro líquido de R$ 75,5 milhões, alta extraordinária de 50,7% na comparação com janeiro-setembro de 2018.

    O faturamento (receita operacional bruta) foi de R$ 348,6 milhões no terceiro trimestre, aumento de 8,1% em relação a julho-setembro do ano passado. Nos nove primeiros meses do ano o valor totalizou R$ 985,5 milhões, um incremento de 13,3% sobre igual período do ano passado.

    Outro destaque no trimestre é o desempenho do Ebtida (geração de caixa). Foi de R$ 41 milhões no terceiro trimestre, com margem de 14,35% e alta de 3,4% na comparação com o ano passado. No acumulado do ano o Ebtida soma R$ 111,7 milhões, incremento de 15,7% sobre janeiro-setembro de 2018.

    Numa demonstração de crença no futuro melhor da economia, a Schulz investiu R$ 87,2 milhões nos nove primeiros meses do ano, a maior parte na divisão automotiva, que já está com plano de expansão em andamento desde 2017. No terceiro trimestre do ano a companhia investiu R$ 20,5 milhões.

    Em seu comunicado sobre o balanço trimestral, a Schulz explica que os investimentos vão permitir o crescimento da capacidade de produção, alinhadas às demandas de novos negócios a partir de 2020, por parte dos atuais e de futuros clientes, tanto no mercado interno como no externo. Diz mais o relatório da empresa: - Os mercados nos quais atua mostraram-se positivos nas suas principais linhas, superando as previsões orçamentárias para o terceiro trimestre e também no conjunto dos nove primeiros meses do ano.

    A Schulz faz uma leitura otimista do cenário macroeconômico, embora afirme que no primeiro semestre de 2019 a economia brasileira demonstrou dificuldades para a retomada do crescimento - o que não foi nenhuma surpresa -, mesmo com os 0,83% de crescimento. E segue: consequentemente, a taxa de desemprego continua alta, mas sinalizando uma tendência positiva, em razão das medidas minimamente colocadas em prática pelo governo federal.

    Foram criados até 30 de setembro de 2019 mais de 756 mil empregos com carteira assinada. Outras medidas certamente virão, contemplando inclusive novas reduções da Selic, sinalizadas na última reunião do Copom desse ano, e que deverá ficar em 4,5% ainda nesse ano. - Será a menor taxa histórica dos últimos 33 anos.

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