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    Comércio exterior

    Exportações caem e puxam balança comercial para baixo 

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    Loetz
    Por Loetz
    07/02/2020 - 18h45 - Atualizada em: 10/02/2020 - 15h52
    Foto do Porto em Navegantes
    (Foto: Marco Favero / Diário Catarinense)

    As exportações de Santa Catarina somaram US$ 579,16 milhões em janeiro e as importações totalizaram U$ 1,49 bilhão. As exportações apresentaram queda de 0,2% em relação a dezembro de 2019, enquanto as importações cresceram 0,07% no mesmo período. Dados que indicam estabilidade. Já em relação ao mesmo mês (janeiro) no ano passado, exportações apresentaram queda de 3,5%, enquanto as importações tiveram alta de 0,7%.

    Com o resultado do acumulado do ano, a balança comercial (exportações menos importações) catarinense registrou déficit de US$ 914,36 milhões; a balança comercial brasileira também registrou déficit de US$ 1,71 bilhões.

    As exportações catarinenses iniciaram o ano em queda de 3,5% em elação a janeiro do ano passado. Assim como o Estado, o Brasil apresentou queda nas vendas externas: o recuo foi de 20,2%. Estes números tornam o Estado de Santa Catarina o oitavo no ranking de percentual de participação nas exportações brasileiras, sendo responsável por 4% do total do país em vendas externas.

    A exportação de carne de aves — que representa mais de 20% das exportações do Estado — diminuíram em 21,3%; soja (-) 34,9%) e partes de motor (-) 22,3%). Em contrapartida, houve um aumento de 78,9% das exportações de carne suína, principalmente por causa de negócios com a China.

    O país asiático se mantém como principal parceiro comercial do Estado, representando 18,4% da pauta exportadora, enquanto os Estados Unidos e Argentina, apresentam variações negativas: quedas de 3,7% e 26,7%, respectivamente.

    No que diz respeito à importação, Santa Catarina aumentou em 0,7%, mantendo a terceira colocação no ranking de estados que mais importam mercadorias no país. A China além de maior parceira na exportação, se destaca no setor de importações, tendo 40,7% de participação na pauta importadora, apresentando inclusive crescimento de +2,3% em relação ao mês anterior. O cobre refinado segue sendo o produto mais importado, sendo responsável por 4,6% das importações do Estado.

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