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    Crescimento

    Setor de eventos de Joinville movimentou R$ 180 milhões em 2018

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    Loetz
    Por Loetz
    02/01/2019 - 04h00
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    Em 2018, setor de eventos cresceu 18% e movimentou pelo menos R$ 180 milhões em Joinville, segundo estimativa da Expoville

    O setor de eventos cresceu 18% em 2018, em Joinville, considerando os resultados alcançados pelo Centro de Convenções e Exposições Expoville, maior do gênero no Sul do Brasil e principal endereço de eventos organizados no município. O balanço ficou acima da alta de 15% registrada no primeiro semestre e superou as expectativas do Complexo, conforme aponta o diretor comercial Luciano Coradi. Em impacto financeiro, os dígitos chegam a R$ 180 milhões.

    A alta tem relação com o aquecimento no número de ações e do próprio turismo de eventos em expansão na cidade no último semestre. Foram contabilizados 205 congressos, feiras e celebrações na Expoville nos doze meses do ano. O mercado aquecido teve ainda contribuição das próprias ações realizadas no município, que tiveram maior investimento em estrutura.

    — O crescimento de 2018 tende a se repetir em 2019, temos confiança de que será um ano bom porque o setor continua em recuperação pós-crise — analisa Coradi.

    Com base em estudos realizados por instituições do setor, referente ao gasto médio de turistas de negócios e eventos no País, de cerca de R$350 por pessoa, por dia, a entidade estima que somente os eventos do segmento de encontros, conferências e palestras, tenham gerado reflexo de cerca de R$ 180 milhões para Joinville no ano - ao menos R$ 20 milhões superior ao saldo de 2017.

    Pisar em ovos

    A partir deste ano, vale lembrar que o consumidor deve aumentar a cautela se cogitar desistir da compra de um imóvel negociado na planta. Pelo norma o distrato imobiliário, esses clientes terão de pagar até metade do valor já repassado à construtora, como penalidade para desfazer o negócio. Antes, nos casos julgados pela Justiça, a cobrança por desistência costumava varia de 10% a 25% do valor pago. A medida é válida desde a sanção do agora ex-presidente Michel Temer, em assinatura ocorrida na semana passada.

    Saneamento

    Publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira (28), passou a valer a Medida Provisória 868/2018, que altera o marco legal do saneamento básico no País. Com a MP, a Agência Nacional de Águas (ANA), passa não só a gerenciar os recursos hídricos, mas também a regular a prestação dos serviços públicos de saneamento básico - antes essa era uma atribuição dos municípios.

    Para Percy Soares Neto, diretor de relações institucionais da Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (ABCON), a medida surge como oportunidade de entrada para novos investimentos no setor com participação da iniciativa privada, podendo promover a inclusão de 100 milhões de Brasileiros que hoje não têm acesso a coleta e tratamento de esgoto, além de 35 milhões que não contam com acesso à água tratada.

    Desdobramentos

    Por outro lado, a aprovação da MP 868 demorou a sair como aponta a Agência Brasil, devido a discussão da possibilidade de a proposta facilitar “a privatização de empresas públicas de saneamento e obrigar o pagamento de tarifas mesmo sem conexão ao serviço de água e esgoto”. Governadores também mobilizados consideraram ainda “risco de desestruturação e de piora das condições fiscais dos governos estaduais, além de agravar as desigualdades”. Isto porque, acarreta no fim do 'subsídio cruzado' que permite que recursos arrecadados com as tarifas de água e esgoto em áreas mais desenvolvidas sejam investidos nas áreas mais vulneráveis.

    Saúde

    Balanço da pasta da Saúde no Estado, considerando os últimos dez meses, mostra aumento no número de cirurgias eletivas e a melhora do estoques de medicamentos em Santa Catarina, este último passando de 36% para 90%. Houve ainda o empenho de todas as despesas da secretaria, com regularização da dívida do setor. O então secretário, XXX, apontou também que mais de 85% dos catarinenses são atendidos em suas regiões de origem. No Norte, esse índice chega a 97,17%.

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