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Transporte

É mesmo necessário um plantão de guincho 24h?

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Por Mário Motta
14/03/2019 - 07h00 - Atualizada em: 14/03/2019 - 07h00
(Foto: Cristiano Estrela/AGO 18)

Apesar da boa vontade demonstrada pelo prefeito de Florianópolis em assumir (mesmo sozinho, se for o caso) a iniciativa de estar preparado para retirar veículos quebrados ou acidentados das pontes e de outras vias que podem provocar grandes congestionamentos na cidade, penso que as sugestões enviadas pelo leitor Gilberto Oliveira podem e devem ser levadas em consideração. Espero que a Comissão que estuda a proposta de contratação de uma empresa que se responsabilize pelo trabalho de guincho 24 horas as leia.

Gilberto faz reflexões bastante ponderadas, leiam: “Caro Mário, durante a noite, até por volta das 5h, os deslocamentos Palhoça/Florianópolis e Biguaçu/Florianópolis são relativamente rápidos. Logo, não justificaria a necessidade de um plantão de guincho na madrugada, que só servirá para onerar custos. Que eles permaneçam na empresa e, em caso de necessidade, sejam acionados e que se pague por isso. Vale lembrar que todas as forças públicas de segurança como serviço essencial devem trabalhar 24h, 365 dias por ano. E o contribuinte já paga por isso.

Na segunda-feira, o ônibus da Eucatur quebrou às 4h30min, horário que permitiria solução mais rápida caso um guincho estivesse atento para ser acionado imediatamente, mesmo fora do plantão. Sem contar que a chegada da Guarda Municipal ao local só ocorreu quase uma hora depois da quebra. Taxistas e outros profissionais que circulam pela cidade o dia todo poderiam ser estimulados (até por algum incentivo como pequenos prêmios) a dar o alerta de anormalidade porventura alheias às forças de segurança. Por um levantamento feito, ônibus quebrado nas pontes só tivemos a cada dois anos: dias 10 de abril de 2015 (7h), dia 17 de fevereiro de 2017 (8h45min) e 11 de março último (4h30min – somente esse na madrugada). Que prevaleça o bom senso e não assumam custos evitáveis”.

Fica a sugestão.

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