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    Para pensar

    Mais uma provocação poética para reflexão

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    Por Mário Motta
    22/04/2019 - 07h15 - Atualizada em: 22/04/2019 - 07h14
    Mario Quintana em julho de 1989 (Foto: Dulce Helfer/Agência RBS/ JUL 89)

    De vez em quando, tenho publicado aqui na coluna algumas “provocações” ao pensamento dos meus leitores. Desta vez, trago o saudoso e querido Mario Quintana, do alto de sua sabedoria:

    “De repente tudo vai ficando tão simples que assusta. A gente vai perdendo as necessidades, vai reduzindo a bagagem.

    As opiniões dos outros, são realmente dos outros, e mesmo que sejam sobre nós; não têm importância. Vamos abrindo mão das certezas, pois já não temos certeza de nada. E, isso não faz a menor falta.

    Paramos de julgar, pois já não existe certo ou errado e sim a vida que cada um escolheu experimentar.

    Por fim entendemos que tudo que importa é ter paz e sossego, é viver sem medo, é fazer o que alegra o coração naquele momento. E só”.

    Penso que não é preciso acrescentar nada, não é mesmo?

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