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Se não cuidarem, o casarão tombado vai tombar mesmo em São José

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Mário
Por Mário Motta
13/07/2019 - 06h15 - Atualizada em: 13/07/2019 - 19h15
Se não cuidarem, o casarão tombado vai tombar mesmo.
Casarão Moreira. Foto: Bruno S.J/Arquivo Pessoal

O casarão Moreira, um dos mais de 20 bens tombados pelo município de São José em 2015, ainda não tem data prevista para o início de sua restauração. De acordo com a Fundação Municipal de Cultura, o que vai acontecer com o casarão só deve ser decidido após a restauração completa do Teatro Adolpho Mello, que ainda deve demorar em torno de um ano para ser concluída.

A construção centenária estabelecida na Rua Getúlio Vargas, 2.870, no Centro Histórico, foi adquirida pelo avô de José Moreira, Jaú Guedes da Fonseca (na época secretário particular de Nereu Ramos), em 1930. O local ficou marcado por sua intensa vida social na época, o que determinou seu tombamento, criticado por alguns vereadores, em função do custo considerado alto para os cofres do município.

Interessado no assunto, o leitor Bruno pede para registrar sua preocupação com o estado de conservação/abandono do interior do prédio. Pichações, fezes depositadas por andarilhos que acessam livremente o casarão, e uma situação que, se não for alvo de cuidados por parte do setor de cultura e patrimônio da prefeitura, quando forem restaurar é possível que não haja mais o que fazer.

Já se passaram quatro anos de seu tombamento. Mais um pouco e o verbo tombar pode mudar de sentido.

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