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Trânsito

Um pedido dos moradores da Rua Romualdo de Barros

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Por Mário Motta
22/04/2019 - 06h15 - Atualizada em: 22/04/2019 - 06h15
(Foto: Jorge Peres/Arquivo pessoal)

Está, a cada dia, mais arriscado transitar pela Rua Capitão Romualdo de Barros, na Carvoeira, Florianópolis. Ela é uma das importantes vias de ligação e desafogamento do trânsito na região, além de acesso à UFSC e à Trindade. No início e fim do dia, coincidindo com as aulas da universidade, o trânsito é intenso, formando filas em toda a sua extensão.

A retenção é ocasionada, além do excesso de veículos, pela dificuldade que ônibus e caminhões têm em passar pela rótula de acesso à UFSC (interligação com a Avenida Desembargador Vitor Lima). Inclusive os coletivos que acessam a universidade a partir da Trindade são obrigados a transitar na contramão.

São inúmeros pedestres que se deslocam pelas calçadas e ciclistas que transitam entre os veículos. Por outro lado, quando não existem filas, os veículos transitam em velocidade excessiva (não existe sinalização determinando a velocidade máxima). Vários acidentes ocorrem, quase diariamente, nessa via.

Inclusive, em 2016, no prédio onde mora o leitor Jorge Peres, um veículo caiu dentro do pátio e pegou fogo, causando a morte do ocupante e, por muito pouco, não incendiou o prédio. O prejuízo do condomínio foi de R$ 40 mil e até hoje os moradores aguardam uma decisão judicial.

Assim, a comunidade pede colocação de redutor de velocidade (lombada elevada com faixa para pedestre ou assemelhado) antes do acesso da Rua Capitão Romualdo de Barros com a Nilo Cordeiro Dutra, evitando assim o excesso de velocidade, a imprudência e os constantes acidentes.

Existe uma lombada (já gasta) em frente ao antigo Bar do Iega, mas do ponto mais alto do morro até lá há um trecho bastante longo numa descida que convida à velocidade. Os moradores agradecem pela ajuda.

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